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A monga e a executiva


Passeando por vários blogs (capaz....) me deparo com uma postagem que explica perfeitamente o que venho sentindo no meu emprego mais antigo (emprego mesmo, e não TRABALHO, pq estou nele por motivos óbvios $$$). Vale dizer que a autora do referido blog é muito inteligente e escreve maravilhosamente bem. Segue o texto:

fronteiriços da submissão

"Quando escuto um líder corroborar o item 'humildade' como pre-requisito no ingresso a sua instituição, confesso que me dá calafrios.

Primeiro porque o conceito de humildade vem sendo achacado pela ótica corporativa. Entende-se esta virtude como a ciência funesta de reduzir o amor próprio a pó ou renegar a singularidade do pensamento a uma manifestação coletiva de sem gracice.

Segundo - e não menos importante - porque ser humilde é aquilo que esperam de você lá na empresa, desde que você não crie expectativas de recebê-lo de chefes e supervisores.

Faz bastante tempo que não me encaixo neste formato. Me reservo o direito de ser auto-promotora de minhas qualidades, com algum limite de honestidade, e muitas pausas pra medir o meu tamanho. "


Muuuito bem explicado, não é mesmo?
Beijos,

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