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5 semanas do baby#2

5 semanas de gestação

Seu bebê na 5ª semana de gravidez

Com 1,27 a 2,54 mm, o bebê é do tamanho de uma pequena semente de laranja.

Tubulação instalada

A placenta e os primórdios do cordão umbilical já estão trabalhando duro para passar nutrientes essenciais do seu corpo para o seu bebê. Oxigênio, aminoácidos, gorduras e açúcares, todos desempenham um papel vital no desenvolvimento saudável. 

O básico das costas

Algumas das células do bebê estão se desenvolvendo no tubo neural, que se tornará a medula espinhal e o cérebro. Um tubo neural formado incorretamente pode resultar em uma complicação chamada espinha bífida, na qual a medula espinhal não se fecha por completo. Tomar pelo menos 400 mg de ácido fólico todos os dias é a melhor arma contra defeitos congênitos relacionados à medula espinhal.

Começa o coração

O coração é agora um único tubo com algumas batidas descoordenadas. Essas pancadas se tornarão mais regulares com o passar de cada semana. 

Sua gravidez na 5ª semana

Um oceano de emoções

Você pode ficar emocionada por estar grávida, ansiosa sobre se tudo vai correr normalmente, preocupada ou insegura de si mesma como mãe. Não se preocupe! Todos essas emoções são perfeitamente normais. Isso é verdade! Ando numa choradeira só... Tudo me emociona, ou irrita! Coitado do marido...

Manuseie com cuidado

Cólicas semelhantes às menstruais e dores na parte inferior das costas são comuns nesta fase. Sim! Senti mais cólicas nas três primeiras semanas, desde que iniciei o Utrogestan, não tive mais. Descanse com uma imersão em um banho quente, ouvindo uma música suave ou tirando uma soneca. Rsrsrsrs... Missão quase impossível... Fique de olho em sua alimentação e, se você ainda não parou de fumar, beber álcool ou usar drogas, pare, pois –isso pode ser prejudicial para o seu bebê. Tenho me esforçado para comer saudavelmente, mas umas escapadas acontecem, com certeza!

Você sabia?

O cérebro do bebê está se desenvolvendo rapidamente e uma estrutura semelhante a um tubo, que se tornará o coração, começa a bater ocasionalmente. 

Minhas considerações:
Tenho me sentido beeemmm cansada, no fim do dia então... Deito na cama e desmaio! Proporcionalmente ao cansaço, a fome também aumentou. Me sinto insegura em alguns momentos, ansiosa para o próximo ultrassom e tranquila em outros. O jeito é acalmar o coração e esperar...

Cartinhas para a cegonha


Querida cegonha

Mais um mês se passou e você não apareceu, não mandou noticias, não deixou recado, nem uma mensagem de Whatsapp....não sei se você acompanha, mas nós que queremos ser mamães, ficamos contando os dias do calendário, fazendo contas com os dedos, gráficos de temperatura e sobretudo, cálculos para adivinhar o dia fértil. Através de todos os sinais que existem ou que inventamos. E, sempre que existe uma possibilidade...ou até mesmo sem existir, ficamos acreditando e querendo que tudo dê certo. Que a menstruação não chegue, que passe do dia...só mais um... Nos controlamos para não comprar o teste de farmácia e, quando compramos, queremos ver aquela segunda listra, que não aparece. Não adianta esperar mais tempo, nem sacudir como se fosse termômetro... Não foi desta vez, mas vamos lá! Não vamos desistir. Se você tiver um tempinho este mês, podemos marcar um chopp, um café, um jantar. Levo o meu calendário e você mesma escolhe onde marcar o "X". O que você acha?


@cartinhasparaacegonha

Nova rotina e vida de tentante

Finalmente tomei coragem e amanhã vou entrar com meu pedido de licença sem vencimento (sem $$$) do período da manhã! Isso é muito libertador para mim, porque hoje fiz um retrospecto da minha vida desde que o Leo nasceu e me dei conta de que nunca consegui vivenciar minha maternidade plenamente. Sempre envolta em questões profissionais, nunca pude me permitir ser MÃE, cuidar da minha cria do jeito que eu acho que tem que ser. Amadureci em mim essa nova realidade que terei daqui para a frente, principalmente no quesito financeiro, porque vou ser sincera, ficar sem metade do salário é bravo, mas vou priorizar as coisas e aproveitar o lado bom da maternidade com eu filhote! A felicidade não é feita de dinheiro!

Finalmente vou me dedicar a ele e, assim, sentir menos culpa quando o(a) segundinho(a) vier. Por falar nisso, sou tentante oficial, com autorização e colaboração (eeeeeeee!!!!!) do marido desde setembro/2015.

Achei que seria mais fácil, mas tenho tido umas amenorreias que me dificultam saber meu período fértil... Acho que nem ovulando estou... Por isso comecei um tratamento com um GO novo, especialista em reprodução. Tomei Provera para provocar a menstruação e desde o primeiro dia do ciclo estou tomando indutor de ovulação e fazendo ultrassonografias seriadas para rastrear a ovulação. Estou no quarto e penúltimo dia do indutor. Tive alguns sintomas da medicação ontem à noite, como dor no lado direito da barriga e enjoo. Também tenho sentido a barriga mais inchada.
Fiquei um pouco preocupada com a dose do indutor que o médico me passou porque li na bula e nos fóruns de tentantes que o tratamento deve ser iniciado com 50mg/dia e o médico me receitou 100mg/dia. Dá um medinho de hiperestimulação, mas ele deve saber o que está fazendo... Nos próximos dias vou fazer mais ultras para acompanhar e talvez muito em breve teremos um positivo!!!



YES, NÓS TEMOS DOULA!!!

Dia desses vi uma moça perguntando num grupo do face que eu participo só de mamães da minha cidade, se alguém conhecia uma doula aqui... Eu comentei que também gostaria de saber. Já estávamos desanimadas, achando que isso não é coisa de cidade pequena quando descobrimos, que sim, NÓS TEMOS DOULA aqui na nossa cidadezinha de menos de 200 mil habitantes!!!! Uhuuuuuuu!!!!!!!! #todascomemora!!!!! rsrsrs
Conversei com a moça pelo face mesmo, e descobri que ela é fisioterapeuta obstétrica e ♥♥♥doula♥♥♥.... Ela é um amor, respondeu minhas perguntas, contou sobre seu trabalho e ficou à disposição para o que eu precisar. Amey. De cara. hehe... Alguém aqui duvida como será meu próximo parto?
Mas, afinal... você sabe o que é uma DOULA?



O que significa "doula"
A palavra "doula" vem do grego "mulher que serve". Nos dias de hoje, aplica-se às mulheres que dão suporte físico e emocional a outras mulheres antes, durante e após o parto.
Antigamente a parturiente era acompanhada durante todo o parto por mulheres mais experientes, suas mães, as irmãs mais velhas, vizinhas, geralmente mulheres que já tinham filhos e já haviam passado por aquilo. Depois do parto, durante as primeiras semanas de vida do bebê, estavam sempre na casa da mulher parida, cuidando dos afazeres domésticos, cozinhando, ajudando a cuidar das outras crianças.
Conforme o parto foi passando para a esfera médica e nossas famílias foram ficando cada vez menores, fomos perdendo o contato com as mulheres mais experientes. Dentro de hospitais e maternidades, a assistência passou para as mãos de uma equipe especializada: o médico obstetra, a enfermeira obstétrica, a auxiliar de enfermagem, o pediatra. Cada um com sua função bastante definida no cenário do parto.
O médico está ocupado com os aspectos técnicos do parto. As enfermeiras obstetras passam de leito em leito, se ocupando hora de uma, hora de outra mulher. As auxiliares de enfermeira cuidam para que nada falte ao médico e à enfermeira obstetra. O pediatra cuida do bebê. Apesar de toda a especialização, ficou uma lacuna: quem cuida especificamente do bem estar físico e emocional daquela mãe que está dando à luz? Essa lacuna pode e deve ser preenchida pela doula ou acompanhante do parto.
O ambiente impessoal dos hospitais, a presença de grande número de pessoas desconhecidas em um momento tão íntimo da mulher, tende a fazer aumentar o medo, a dor e a ansiedade. Essas horas são de imensa importância emocional e afetiva, e a doula se encarregará de suprir essa demanda por emoção e afeto, que não cabe a nenhum outro profissional dentro do ambiente hospitalar.

O que a doula faz?
Antes do parto a ela orienta o casal sobre o que esperar do parto e pós-parto. Explica os procedimentos comuns e ajuda a mulher a se preparar, física e emocionalmente para o parto, das mais variadas formas.
Durante o parto a doula funciona como uma interface entre a equipe de atendimento e o casal. Ela explica os complicados termos médicos e os procedimentos hospitalares e atenua a eventual frieza da equipe de atendimento num dos momentos mais vulneráveis de sua vida. Ela ajuda a parturiente a encontrar posições mais confortáveis para o trabalho de parto e parto, mostra formas eficientes de respiração e propõe medidas naturais que podem aliviar as dores, como banhos, massagens, relaxamento, etc..
Após o parto ela faz visitas à nova família, oferecendo apoio para o período de pós-parto, especialmente em relação à amamentação e cuidados com o bebê.

A doula e o pai ou acompanhante
A doula não substitui o pai (ou o acompanhante escolhido pela mulher) durante o trabalho de parto, muito pelo contrário. O pai muitas vezes não sabe bem como se comportar naquele momento. Não sabe exatamente o que está acontecendo, preocupa-se com a mulher, acaba esquecendo de si próprio. Não sabe necessariamente que tipo de carinho ou massagem a mulher está precisando nessa ou naquela fase do trabalho de parto.
Eventualmente o pai sente-se embaraçado ao demonstrar suas emoções, com medo que isso atrapalhe sua companheira. A doula vai ajudá-lo a confortar a mulher, vai mostrar os melhores pontos de massagem, vai sugerir formas de prestar apoio à mulher na hora da expulsão, já que muitas posições ficam mais confortáveis se houver um suporte físico.

O que a doula não faz?
A doula não executa qualquer procedimento médico, não faz exames, não cuida da saúde do recém-nascido. Ela não substitui qualquer dos profissionais tradicionalmente envolvidos na assistência ao parto. Também não é sua função discutir procedimentos com a equipe ou questionar decisões.
Vantagens
As pesquisas têm mostrado que a atuação da doula no parto pode:
  • diminuir em 50% as taxas de cesárea
  • diminuir em 20% a duração do trabalho de parto
  • diminuir em 60% os pedidos de anestesia
  • diminuir em 40% o uso da oxitocina
  • diminuir em 40% o uso de forceps.
Embora esses números refiram-se a pesquisas no exterior, é muito provável que os números aqui sejam tão favoráveis quanto os acima mostrados.

Essas informações eu retirei do site http://www.doulas.com.br/ e lá tem mais assuntos interessantes para se pesquisar.


Uma conversa sobre parto

Oi, queridas! Demorei, mas voltei. E voltei com assunto pra lá de polêmico: O PARTO. Eu já tinha ouvido falar em blog de amigas sobre o filme "O Renascimento do Parto" e estava super curiosa para assistir. E aí, gente... Foram lágrimas por todos os lados... Comecei a questionar minhas escolhas, a pensar "e se ...?". Claro que o que está feito, não se pode mudar... Mas e o que está por vir? Eu quero outro filho e muito! Por vários motivos os quais outra hora conto pro cês! Então pressupõe-se que vou passar pela experiência de parto de novo.
Assistindo o filme, relembrei a minha experiência de parto e até a preparação para ele. Foi então (e só então!) que percebi o quão desrespeitada eu fui! Hoje em dia, depois de tanto ler blogs ma-ra-vi-lho-sos, como Cientista que virou mãe, Paizinho vírgula e outros, tenho outra cabeça, outra ideia do que é PARIR um filho. Vou reproduzir aqui alguns trechos do meu relato de parto e comentar o que eu penso hoje. Vamos lá?

No dia 19 de julho tive minha última consulta de pré-natal. Na noite anterior não tinha passado muito bem, acordei com dor, vontade de ir ao banheiro, cheguei a achar que a hora estava chegando. Como a consulta seria às 9 horas da manhã, resolvi esperar. No consultório comecei a conversar com outra gestante que também teria o bebê no mesmo dia que eu e ela me contou que não tinha passado bem à noite, no mesmo horário que eu acordei. Descobrimos que teve mudança de lua naquele noite, ou seja, isso tem algum fundamento! A Dra. estava atrasada, adivinhem por que... Tinha sido chamada para fazer um parto durante a madrugada, no mesmo horário que eu e a outra mamãe acordamos nos sentindo mal. Já pensaram o que aconteceria, três gestantes dando à luz e uma médica? rsrs... Seria no mínimo emocionante.
Entrei consultar, estava tudo bem, sem dilatação, barriga enorme, pressão normal. A médica confirmou o parto para dali 3 dias, na segunda-feira.

Eu estava de 37 semanas e 6 dias, sem dilatação, pressão normal, e a médica CONFIRMOU o parto para dali quatro dia! Putz! Onde eu tava com a cabeça? Ainda não era a hora, eu poderia esperar pelo menos mais umas duas ou três semanas tranquilamente. Mas não, fui na onda da médica e MARQUEI pro meu filho nascer. De 38 semanas e 3 dias.

Fomos para o hospital, conversando e imaginando como seriam as próximas horas. Meu internamento estava marcado para as 7:30, chegamos lá às 7:20 e entramos pelo pronto socorro porque a portaria do hospital ainda estava fechada. Entreguei todos os papeis para a recepcionista, que estava com a maior cara de sono e eu toda animada para ter meu bebê! Fomos encaminhados para o andar da maternidade e lá fomos nós com as malas.A enfermeira abriu o quarto, colocamos as coisas lá dentro e ela pediu que eu separasse a primeira roupinha que o Léo ia usar. Como assim?!? Mas já??? rsrsrs!! Logo minha mãe e meu irmão chegaram. Eu peguei a roupinha, me despedi do meu marido, da mãe e do Pedro e subi com a enfermeira para o Centro Obstétrico.
Outra enfermeira veio me receber e encaminhou para uma salinha com banheiro, me entregou a camisolinha (linda! rs) e pediu que me trocasse.

Internamento? Pronto socorro? Isso lá combina com nascimento, parto, alegria? Parecia mais uma doença, uma emergência, um problema...
E esse de se DESPEDIR do marido e da família? Não soa como algo fúnebre? "Tchau, pessoal... Vou ali ter um filho e se der tudo certo, eu volto...". Vixi! Que coisa sem noção! E as acompanhantes? Duas enfermeiras que eu nunca tinha visto na vida...

Depois de me trocar fui levada a outra sala para colocar o soro e aguardar até a hora de ir para a sala de cirurgia. Na primeira vez que tentaram colocar meu soro, a veia rompeu e doeu muitooooo. Na segunda tentativa deu certo e aí eu fiquei deitadinha, sozinha, esperando me chamarem. Só eu sei o que senti ali, esperando, era um misto de alegria com medo, muitos sentimentos... Veio a enfermeira, me fez algumas perguntas e eu fui respondendo... Até que chegou numa pergunta e ela: "Acho que essa vc não vai saber... vamos para a outra" e eu "Mas o que é?", ela "A data da última menstruação". Imagiiiiiina que eu não ia saber!!! Respondi toda orgulhosa: "16 de outubro de 2011", nove meses e sete dias antes daquela data em que teria meu bebê. Ela escreveu nas pulseirinhas de identificação minha e do Leonardo o meu nome, colocou a minha e saiu novamente. Fiquei sozinha e parece que demoraram uma eternidade para voltar. Quando a enfermeira voltou, me pediu para fazer o último xixi e eu fui para o Centro Cirúrgico andando. Achei estranho, pensei que ia de maca! kkk!!

Gente... pausa para as lágrimas... Nunca na minha vida me senti tão sozinha, tão frágil e tão vulnerável quanto nesse momento que antecedeu o parto e eu estava sozinha, sozinha mesmo, sem meu marido, sem minha mãe, sem minha média, sem nenhuma enfermeira... Uma sensação tão grande de desamparo... Assustador. Eu pensei comigo "Isso deve ser normal.Todas as mulheres passam por isso. Eu é que devo ser uma fracota por estar me sentindo assim. Vamos lá, respira fundo, você vai ganhar um bebê daqui um pouco."
Isso sem falar no jeito com que as enfermeiras me trataram. Elas não foram grosseiras, mas me trataram como mais uma. Sem um pingo de sensibilidade. Arrebentaram minha veia e nem desculpas pediram, nem perguntaram se tinha doído, se eu estava bem. Nada. Eu era apenas mais uma...

Já na sala de cirurgia, o anestesista veio se apresentar e me explicar algumas coisas. A minha médica chegou, veio me abraçar e perguntar se estava tudo bem. E eu caaaalmaaa, até estava estranhando, eu não deveria estar nervosa? As enfermeiras queriam até saber quantos filhos eu já tinha!

Tive o primeiro contato com o médico anestesista sentadinha na maca que ia ganhar meu filho. Não tive consulta ates, e isso que foi pago TUDO particular...
Em meio a tanta frieza, o primeiro gesto de carinho derreteu meu coração, o abraço e a preocupação da médica. Eu recebi isso como uma coisa extraordinariamente especial. Afinal ela era A MÉDICA, e preocupada com uma mísera mãe prestes a parir! Oxe, era muita bondade da parte dela. Sabe de nada, inocente...

Então o anestesista aplicou a temida anestesia, que não é muito confortável, ainda mais porque precisa curvar muito para frente e com o barrigão fica bem difícil, mas nada insuportável. Logo comecei a sentir minhas pernas esquentando, esfriando e, por fim, formigando. Nisso a minha médica já começou a cortar minha barriga e eu " Peraí, doutora, essa anestesia já fez efeito?" rsrsrs... Parecia que eu ia sentir tudo, mas é só a sensação mesmo, não senti dor. Os médicos começaram a bater o maior papo, o anestesista contando que tinha batido o carro e não achava outro igual e blá blá blá... E eu bem quietinha, tentando saber em que pé estava a coisa. Quando a médica perguntou "Cadê o marido dela, gente?", percebi que estava muito perto de o Léo nascer. Logo o meu marido entrou, todo vestidinho de azul, touquinha e máscara, ai, ai... quantas vezes tinha imaginado aquela cena...

Ai, meu Deus!!!!! Precisa dizer alguma coisa?!? DESRESPEITO TOTAL define. Que absurdo eu ficar ali ouvindo aquelas baboseiras dos médicos que não tinham nada a ver comigo nem com aquele momento mais lindo e esperado por mim... Que triste... Triste não ser protagonista do próprio parto, triste ter que ficar quietinha TENTANDO saber EM QUE É QUE ESTAVA A {{{{{COISA}}}}}}... Affff..... 
E tudo isso SOZINHA... Sem ninguém...

Não demorou muito, a médica anunciou "Seu neném já vai nascer..." e chamou meu marido para registrar o momento.
Ouvi uns barulhinhos engraçados, não era choro... hihihi! Logo ele abriu o berreiro e o papai todo bobo:"Olha quem tá aí, o Léo!", que amor... Então trouxeram ele para eu ver. Fiquei muito emocionada, não chorei, porque estava feliz demais por ele ter nascido bem. Me surpreendi por ele ter cabelo, achei ia ser careca! E por ser mais parecido comigo, com o cabelinho castanho e não loiro como eu tinha imaginado. Pena que esses primeiros momentos são tão rápidos, mas aproveitei para conversar um pouquinho com ele, que já tinha ficado quietinho, mas quando ouviu minha voz, começou a chorar e até saiu caquinha do nariz!

Trouxeram ele para eu VER. Não pude tocar, nem cheirar, nem abraçar, nem aconchegar em meu seio aquele bebê que eu ansiosamente esperei e gerei por 9 meses. Que eu tantas vezes sonhei como seria a carinha, o cabelinho, aquele por quem me alimentei bem, tomei vitaminas, massageei e conversei com a barriga desde o primeiro dia em que soube que estava grávida... 
Me contentei em vê-lo por alguns instantes e fazê-lo ouvir a minha voz...

Levaram ele para os procedimentos enquanto terminavam minha cesárea. Logo levaram ele para os avós e o tio conhecerem e aí foi para o bercinho aquecido porque teve um pouquinho de hipotermia.
Fiquei umas três horas na recuperação, tentando movimentar as pernas para a anestesia passar logo e eu ir para o quarto com meu bebê. Cada enferemeira que passava eu perguntava "Como está meu bebê?" rsrsrs... Aho que elas já estavam sem paciência, ainda mais porque tinha um monte de mamães para ter seus bebês.
Depois de passada a recuperação, desci para o quarto e quase meia hora meu príncipe desceu também, rosado, fofinho, coisa mais linda do mundo!

Está sendo meio sofrido para mim reviver essas coisas que eu até então considerava "normais", de praxe em qualquer nascimento. Sem imaginar que existem outras formas muito mais respeitosas e amorosas de se parir um filho, de trazer uma criança ao mundo... 
Ele não precisava passar por procedimento nenhum imediatamente após o parto. Pesar? Medir? Poderia ser feito depois. Não amamentei meu filho após o parto. E isso era realmente importante.
Levaram ele para longe de mim, ver a família e eu fiquei sozinha, sem ele e ele sem mim. Essa história de hipotermia aposto que é mentira. Só agora me dou conta. É muito melhor deixar o bebê longe, nem que fique chorando. A mãe, toda anestesiada, nem vai poder ir atrás mesmo! Eu dormia e acordava, ouvindo o chorinho de um bebê, longe... E pensava: "Coitadinho desse bebê chorando...". De tão grogue eu não liguei os fatos de que era o MEU bebê. E as enfermeiras num frenesi pra lá e pra cá, não tiveram a capacidade de parar, me ouvir e responder à minha pergunta. Elas não iam falar "Ah, o seu bebê? Está lá, no berço, naquele quarto com a porta fechada, chorando." Elas estavam em uma linha de montagem, tinha muitas outras para fazer nascer seus bebês. Ah, e a "recuperação" era num corredor, com um monte de gente passando por mim, sem minha família, sem ninguém.

Meu parto foi maravilhoso, tranquilo, abençoado. Agradeço a Deus por ter passado por esse momento único na minha vida com tanta alegria e serenidade.

Depois de tudo isso, lógico que não penso mais assim. Fui ingênua, bobinha, engolida por um sistema que não leva em conta a mãe, nem o bebê, só a produtividade e o lucro. Isso tudo que depois a pediatra, vendo minha dificuldade para amamentar, teve a capacidade de falar que não era pra eu me preocupar, que ela não havia ESVAZIADO TOTALMENTE o estômago do meu bebê, por isso ele não devia estar com fome. Com perdão do palavreado: PQP!!!! Enfiaram um cano na boquinha do meu bebê que tinha acabado de nascer até o estômago! Que adulto se sujeita a isso, sem sedação, sem anestesia? Ah, claro... o bebê não pode reclamar... E a mãe dele tá lá, sendo costurada, nem tá vendo o que está se passando... Ainda que não soube e nunca vou saber o que mais fizeram lá com ele após o nascimento.


Por tudo isso, eu desejo que o próximo venha com mais amor, mais respeito, mais afeto. E que mais mulheres se empoderem do que de fato podem fazer para que o nascimento dos seus filhos sejam permeados de doces lembranças...



Beijos a todas!

Repensando as minhas escolhas


Oi! Demorei, mas voltei! A festa foi muito legal, curti cada momento, fiquei super feliz por ter conseguido comemorar de um jeito mais intimista, mais familiar, mais "de antigamente". Ultimamente tenho visto cada festão de aniversário, em buffets caros e chiques, comes, bebes, decoração, lembrancinha, tudo do mais top, tercerizadão mesmo, tipo "encomendei, paguei, tá valendo". Respeito que faz dessa forma, cada um sabe o que faz e por que faz (ou deveria saber), mas eu andava com vontade de fazer diferente.
E o diferente aconteceu! Convidei poucas pessoas, fizemos a festinha em casa, o Leonardo participou de tudo, da escolha do tema à preparação das guloseimas. Fiz questão de arrumar tudinho eu mesma, até aluguei alguns itens de decoração, mas aproveitei muitos brinquedinhos dele, tudo pensado em detalhes. Não preciso nem dizer o quanto ele curtiu estar envolvido nos preparativos... Aproveitou a festa, brincou, correu, suou, comeu o que quis, ficou bem à vontade (quer lugar pra ficar mais à vontade do que em casa, cercado de pessoas do seu convívio?).

E tudo isso tem muito a ver com o título do post... Tenho estudado tanto nos últimos meses, minha mente e meu coração parecem estar passando por uma transformação, ou talvez um re-conhecimento mesmo, no sentido de conhecer novamente o que é mais importante para mim, para meu filho, para minha família, o que me faz feliz... Sem as pressões da sociedade, do que as pessoas dizem que é o certo... 
Tudo começou timidamente através de uma página que eu me identificava no face aqui, uma lida de um texto lá, coincidiu com um curso de extensão na Universidade que alguém da escola onde trabalho teria que participar (e ninguém queria, eu me dispus), chamado "Autonomia e empoderamento das mulheres"... E aí me vi repensando tantas escolhas que já fiz, tantos dilemas que ainda vivo, e sentindo que ainda dá tempo de rever muita coisa e fazer novas escolhas.
Vou registrando aqui minhas novas descobertas, meus caminhos pra chegar até elas e compartilhar um pouquinho de tudo isso.


E, para encerrar, um pequeno trecho de um texto escrito pela Ligia Moreira Sena, do blog Cientista que virou mãe, que eu leio sempre, adoro de paixão e serve sempre de inspiração para as minhas reflexões enquanto mulher, mãe, profissional, ser humano:

Sim. Acho que estamos em um novo tempo. E acho que grande parte das dificuldades que tantos têm afirmado viver nos tempos atuais é fruto da crise que acompanha toda revolução de sociedades. Nenhuma sociedade pode mudar seus valores sem superar crises ou pontos de inflexão – ou de mutação...
Credito isso a uma maior consciência geral. A um esforço coletivo de problematização e enfrentamento.
E, também, às escolhas que muitos de nós têm feito inspirados pelo fato nada simples de: criar novos seres humanos.

Quais são os eventos capazes de mudar profundamente nossos valores e nossas vidas? A morte de alguém muito amado. A notícia de uma doença grave. A cura dessa doença. Uma perda importante. E um nascimento.
Nascimentos mudam gente. Todos os dias. E embora não mude a todos, muda muitos. E têm mudado cada vez mais. O avanço da luta pela humanização da saúde, especialmente da humanização do nascimento, tem ajudado a impulsionar uma grande transformação de valores. De valores que ajudam a tornear talvez a mais importante transformação individual e coletiva: a transformação EMANCIPATÓRIA.
Emancipar é tornar livre. É tornar independente.
Especialmente, tornar-se livre e independente dos valores esmagadores do consumo, da tecnocratização do cuidado, da coisificação da vida e do ser, da maquinização do viver, da patologização do normal, da medicalização dos afetos, da normalização da vida, da padronização da mulher e do homem.
Emancipar é um conceito que abraça o filosófico, as questões de gênero e a dimensão política. Mas que em última análise traz consigo um grande valor: ser livre. Libertar-se. [...]

Não há emancipação individual. Ela só é real e verdadeira em seu elemento coletivo. Um que saia da média, da mediana, é apenas desvio padrão, diluído, anulado – por vezes retirado por sorteio... Mas muitos promovendo novos valores, novos números, são capazes de alterar os valores de centro da curva. 

“Pessoas que se enquadram cegamente no coletivo fazem de si mesmas meros objetos materiais, anulando-se como sujeitos dotados de motivação própria. Inclui-se aí a postura de tratar os outros como massa amorfa. Uma democracia não deve apenas funcionar, mas sobretudo trabalhar o seu conceito, e para isso exige pessoas emancipadas. Só é possível imaginar a verdadeira democracia como uma sociedade de emancipados”

Dia das mães na escola em que trabalho

Não sei se vc sabe, mas sou pedagoga e trabalho como supervisora pedagógica em uma escola municipal e aaaaaaaaaaammmooooooo o que faço! Sou muito perfeccionista e não consigo fazer nada mais ou menos. Este ano propus uma maneira diferente de comemorar o Dia das Mães na minha escola, já que não concordava com  jeito que era, vê se eu não tenho razão: chamavam as mães para ver a apresentação da criança, na própria sala de aula (cada professora arrumava do seu jeito) e depois da apresentação era feito a reunião bimestral, aquela de pegar o boletim.... Agora pense, a mãe vai lá, toda feliz, recebe uma homenagem e depois o maior balde de água fria, com as notas da criança e as reclamações da professora (o que geralmente acontece...). Isso sem contar que cada professora arrumava do seu jeito, ou seja, tinha arrumação de todo o tipo (leia-se, umas maravilhosas e outras, horrorosas), assim como o presente, cada uma fazia o seu. Padronizei os presentes também, encomendamos mini hidratantes personalizados para todas as mães. As profes ficaram reticentes no começo, mas depois gostaram, foi um sucesso, as mães adoraram! Foi lindo e caprichado para todas as mães, porque todas merecem! Veja que gracinha que ficou:


Painel que fiz para as mamães que trabalham na escola



Meu Leonardo passeando todo faceiro!



Gostou?
Bjocas!

Estou de volta!

Depois de quase dois anos mergulhada exclusivamente no mundo da maternidade, eu estou de volta! Neste tempo curti (e continuo curtindo) cada detalhezinho da vida e do desenvolvimento do meu precioso Leonardo. Vivi intensamente estes primeiros anos como mãe e, quem é mãe deve saber, ficamos meio desligadas de tudo mais... Voltei a trabalhar quando ele estava com 6 meses (o que fazer?), confesso que não rendi como nos outros anos... Fechei minha escola para me dedicar meio período para meu pimpolho e a vida foi seguindo. Ano passado já foi um pouco melhor, consegui me dedicar ao trabalho, mas sempre rodeada com os dilemas de ser mãe (acho que isso será eterno)... Assumi um novo concurso, coloquei o Léo na escola em período integral e assim estamos indo.
Este ano senti uma vontade enorme de me reencontrar enquanto pessoa, profissional, amiga, arteira, criativa, vaidosa, mulher e isso tudo só me torna uma MÃE ainda melhor! Meu filho é minha maior prioridade, sempre. Mas é vida tem muitas facetas e depois que nos tornamos mães, precisamos conciliar tudo o que já existia com essa nova fase, cheia de amor, descobertas, amadurecimento. Em resumo: estou muito feliz!
Tenho feito muitas coisinhas diferentes para minha casa, quero mostrar! Estou numa reeducação alimentar, emagrecendo devagarinho, quero compartilhar! Enfim... muitas coisinhas de Kris!



Ser mãe é...


- Comprar mil roupinhas pro filho e só depois lembrar que quem estava precisando de roupas novas era ela;
- Rezar para que o filho durma e quando ele dorme, rezar para que ele acorde logo;
- Cantarolar músicas infantis o tempo inteiro, mesmo quando o filho não está por perto;
- Olhar para o bebê inúmeras vezes e mal acreditar que ele realmente existe;
- Aprender a cozinhar, dar banho, trocar roupa e tudo que jamais soube fazer;
- Perceber que agora o mundo gira em torno de um único ser;
- Querer saber o tempo todo se a cria está bem quando está longe;
- Chorar de desespero, de cansaço, mas esquecer de tudo quando vê aquele sorriso que só os filhos sabem dar;
- Tornar o assunto “filhos” o mais interessante do mundo;
- Perder alguns amigos e ganhar muitos outros por conta disso;
- Agarrar, apertar, morder;
- Amar o cheiro de chulé daqueles pézinhos;
- Saber ser esposa/mulher/funcionária/mãe tudo ao mesmo tempo;
- Querer livrar o filho de todo mal, mesmo sabendo que isso é impossível;
- Descobrir que o amor não vem de uma vez, que ele chega aos pouquinhos e cresce exponencialmente com o passar do tempo.
Enfim, ser mãe é tudo aquilo e muito mais do que imaginamos, é mágico, é sofrido, mas acima de tudo, é maravilhoso!

Texto retirado daqui!
 
Bom fim de semana...
Beijos

E 9 meses se passaram...


Hoje é um dia especial para mim... Dia de relembrar as emoções que me envolveram desde a descoberta da minha gravidez... Não foi planejada, como sabem... Mas totalmente DESEJADA. Sempre me imaginei mãe, com um bebê nos braços sendo acalentado com todo o amor que tenho no coração... No momento que me descobri grávida, não acreditei. Achei, com toda a sinceridade, que eram probleminhas na "tireiode". Acho que só acreditei realmente que tinha uma sementinha preciosa no ventre quando vi no primeiro ultrassom, o Leonardo já estava lá, cheio de vida, com seu coraçãozinho pulsando no pequeno embrião de 8 mm. Quanta alegria! Fiquei tão surpresa e emocionada, que não consegui expressar nada na hora. Estava sozinha e quando entrei no carro, chorei. Chorei de felicidade, de surpresa, de medo... Mas, com certeza, o sentimento que prevaleceu foi de gratidão a Deus por ter me dado o que eu mais desejava: um bebê. O papai ficou feliz, ansioso para contar a novidade pro mundo inteiro, minha mãe ficou emocionada e ansiosa para saber logo quando o bebê nasceria e sair comprando todos os presentinhos que o(a) netinho(a) merecia! A família toda recebeu a notícia muito bem, foi uma alegria para todos.
Mas como os hormônios mexem com a cabeça e o coração das mamães gestantes... Ao longo da gravidez tive momentos de sensibilidade total, daqueles de chorar de soluçar... Mas até que foram poucos comparados aos momentos de êxtase que a gravidez proporciona.
Sensação de bem estar, cabelos bonitos, pele boa, auto estima encima, nada de enjoos, nada de sustos, só alegria...
Sabem uma gravidez perfeita? Foi a minha. Graças a Deus. Mesmo com alguns percalços, normais na vida de qualquer pessoa, me mantive firme. E ainda trabalhei, assumi novos projetos, avancei na vida profissional.
Mas o coração sempre ligado ao meu pequeno milagre... Pensando em tudo que ainda está por vir... chego a sentir um aperto no estômago quando imagino pezinhos gordinhos para "morder", os primeiros dentinhos na boquinha perfeita, os choros, os risos, o primeiro aniversário, o dia a dia na escolinha, os brinquedos espalhados pela casa, os passeios no parquinho [pausa para as lágrimas... ainda ando emotiva... talvez nesses dias um pouco mais...], as mãozinhas na minha mãe e na do papai... É ou não é maravilhoso ser mãe?



Obrigada, Senhor, por me confiar esse anjinho. Me acompanha nesses últimos momentos da gravidez, esteja comigo na hora do parto. Que eu tenha tranquilidade para dar à luz o meu filho, que pertence a ti. Obrigada por esses meses em que pude gerar uma vida.

"Leonardo...
Eu já te amo tanto, minha criança.... Vem logo, a mamãe está com os braços e o coração abertos para te receber com muito amor. Espero te fazer feliz, estar com você sempre que precisar, acompanhar os teus passos e orientar seu caminho. Você é precioso para mim e para o papai. Obrigada por existir!
Até muito em breve..."


Em pleno deserto te encontrei
Nunca imaginava ser assim
O que jamais pensei
Foi ter você perto de mim

O sol queimava a minha paz
Quando você chegou
Não sabe o bem que me faz
À sombra desse amor

Água de oceano
Pra beber
Vivo mergulhado em você
Te amo pra valer
Lembre-se de não esquecer...


Kris

Meu primeiro dia das mães como MÃE!



Boa noite a todas! Não poderia deixar de vir aqui registrar como foi meu primeiro dia das mães não só como filha, mas como mãe! Já no sábado ganhei presentes do marido e do Leonardo, um amor! O papai se esforçou e se saiu muitíssimo bem na escolha dos presentes:





Fofo, né? Ele veio com o pacotinho vermelho pequeno e eu já fiquei toda faceira! Era uma correntinha com um pingente de menino de ouro. Achei tão delicado da parte dele! Aí ele tira de trás do sofá uma sacola enorme do Boticário com uma caixa re-che-a-da! Tinha perfume, sabonete líquido, hidratante e o meu creminho Mamie Bella! Não é lindo, genteee??? Babei ao quadrado com o cuidado do meu maridinho! Me surpreendeu mesmo! Fora o tratamento carinhoso, que ganho todos os dias, mas nesse fim de semana... ele tava mais que fofo! rs! Acho que escolhi o papai certo, Léo!
No domingo fomos todos almoçar na minha sogra: eu, João, minha momy, o Pedro (meu irmão) e meus cunhados. Foi tão gostoso, rimos muito, comemos um monte, conversamos... aproveitamos o dia! E eu não poderia deixar de presentear a minha mãe, que é tão maravilhosa, querida, presente na minha vida, perfeita pra mim como mãe, que nem todos os presentes do mundo expressariam o amor que sinto por ela!!  Mesmo assim, tentei dar algo que ela fosse usar bastante no dia a dia e ficar ainda mais linda do que já é! Difícil, né? rsrs! Dei uma bota e um perfume. Ela disse que eu acertei (elas sempre falam isso.... hihi).

Mas o principal de tudo isso é o amor que temos como mãe e filha, temos uma relação de tanta cumplicidade, confiança, respeito, cuidado, que só posso desejar ser um pouquinho para o Leonardo do que a minha mãe é para mim. Tenho tanto orgulho dela! Sou uma filha coruja! Ai de quem mexer com ela, me "doo" como se fosse comigo! É amor demais, ela me entende, me mima, me apoia, me levanta a auto-estima... Ai, ai... ficaria aqui um tempão falando dela e do nosso amor!

MÃE, EU TE AMO DEMAIS!!!

A princesinha e sua Rainha!

E ela ainda teve o carinho de comprar um presente para o "Leonardo" dar pra mamãe dele, vejam que amor:

Vou poder variar os menininhos!
Ou será um sinal de que o Leonardo um dia vai ganhar um "irmãozinho"?

Bjos, queridas! Boa semana para todas!

Chorona + dia das mães

Oi, meninas!! Primeiro quero agradecer as palavras de apoio a respeito da minha angústia sobre a Mel. Realmente as pessoas devem respeitar nossos gostos e quem mora aqui em casa, o que inclui nossa Me-Mel. Tenho certeza de que tudo vai dar certo!

Sabem... esses dias tenho andado nuuuma sensibilidade.... ando chorando litros... Tudo tem tomado uma proporção enorme pra mim.... Quarta-feira o marido desceu no mercado pegar umas coisinhas e eu fiquei no carro esperando. Quando ele voltou eu estava em prantos, chorando de soluçar! Ele, lógico, ficou super preocupado, perguntando o que tinha acontecido. E eu não sabia contar, acho que estava cansada, preocupada com a apresentação do dia das mães da escola (que foi hoje e deu tudo certo, foi lindo, as mães adoraram). No caminho pra casa vim chorando, fui tomar banho chorando.. aí me acalmei um pouco. Mas sabem quando a gente não controla? Eu tava assim. E isso se repetiu mais umas duas vezes desde então. Maridinho falou que é "TPP" (tensão pré parto)! Mas eu não estou nervosa com o parto, estou mais é ansiosa. Parece que não vai dar tempo de fazer tudo o que precisa ser feito e pra ajudar essa semana uma professora deixou a turma na minha escola e também fui abandonada pela 2ª diarista em 15 dias! Não é fácil dar conta dos dois trabalhos, da minha casa, dos preparativos pra chegada do léo, do marido e...
... de mim!

Tenho me sentido um pouco cansada... Graças a Deus que minha gravidez tem sido muuuuito tranquila, estou no último trimestre e não tivemos nenhunzinho problema! Vc já é muito abençoado, filho!

Quanto ao dia das mães, hoje tivemos nossas apresentações da Escola, as crianças estavam uma gracinha, cantaram, fizeram os gestos, as mamães ficaram emocionadas... Depois das apresentações servimos bolo com refrigerante e todos gostaram muito da tarde. Deu um trabalhão, eu e a mãe corremos feito doidas esses dias pra providenciar tudo, mas valeu a pena, ficou bem bonitinho!

Esse era o banner que fizemos para receber as mães!


E esse vai ser meu PRIMEIRO DIA DAS MÃES!!! Ai, que emoção...  Segura as lágrimas, Kris...

Bjokas, queridas!

Eu tava pensando em fazer um filho... e eu fiz!


Pegadinha do malandro!!! kkkkkk

Não, não é o que vcs estão pensando! Não mudei de ideia, nem joguei todos os meus planos (muito bem planejadinhos, diga-se de passagem) e cedi aos caprichos do meu grande desejo! Essa frase aí de cima que serviu de título do post saiu da boca de uma CRIANÇA de 11 anos!!!!!! Genteeee, fiquei chocadaaaa!!! Não sei se vcs assistiram o Profissão Repórter de ontem que falava sobre gravidez na adolescência, mas realmente é uma realidade muito triste. E o pior é que descobriu-se que, muitas vezes, a gravidez é "desejada", seja para a menina subir seu status na sociedade, seja para fugir das cobranças dos pais (!!!). Sinceramente, não entendo esse pensamento.... Eu tô aqui, com 25 anos de idade, formada, concursada, casada e ainda acho que posso esperar mais! Filho é coisa séria, precisa de carinho, atenção, disponibilidade.... Bebê chora de madrugada, tem cólica, dor de ouvido.... Precisa ir para a escola, precisa de roupa, brinquedo, fralda, uniforme, material escolar, plano de saúde, poupança pra faculdade......  Claro que tem suas recompensas, imagino a sensação maravilhosa que é sentir sua sementinha se mexendo no ventre, a sensação de plenitude ao segurar seu bebê no colo, sabendo que é fruto de um relacionamento de amor, respeito, responsabilidade.... Ver aquele bebê que nasceu tão pequenininho, crescer, começar a falar, a andar, chamar vc de mamãe, ir pra escola pela primeira vez... ai, ai... quantas emoções!! E aí, uma menina de 11, 12, 14 anos tem condições de fazer tudo isso e ainda terminar de "se" criar? Não que seja impossível, até porque sou filha de uma mãe adolescente, que tinha 16 anos quando nasci, e ela se saiu muito bem (modéstia à parte!), mas fez seus sacrifícios.... Enquanto as amigas continuaram seus estudos, ela estava em casa cuidando de mim. Só depois de muitos anos consegui fazer una faculdade, passar em um concurso.... Tudo foi mais difícil. Acho que é por isso que eu penso, penso.... e penso denovo antes de me jogar no mundo das fraldas e mamadeiras! 
Quem não assistiu, vou deixar aqui os vídeos do programa, vale a pena assistir.




Beijos, queridas!

Obrigada, Fran, vc como sempre deixando seu carinho por aqui! Bjinhos pra vc e Cauã da tia Kris

Será que é normal?


Acho que estou obcecada pela ideia de ter um bebê!!!! Eu sempre ameeeeei crianças (especialmente bebês), sempre me identifiquei e tive muito jeito com elas. Não é por acaso que sou professora de educação infantil... Também sempre pensei que nasci pra ser mãe, quantas vezes já imaginei como deve ser a sensação de descobrir estar grávida, de ver aquela barriga crescendo dia após dia, a preparação do quartinho e do enxoval, o momento do parto, a hora de levar o bebezinho pra casa, o primeiro sorriso, o primeiro dente, as mamadas, as papinhas, os passinhos, a hora de ir pra escola, os aniversários cheios de amiguinhos... E não pensem que só me imagino mãe de bebê, não! Penso também nas tarefas de casa, nos passeios na casa dos amigos, e até na adolecência... os seja, todas as fases da sua vida.
Agora casadinha, o desejo vem aumentando a cada dia... Eu até tento me convencer de que ainda não é a hora, que tenho muita coisa pra fazer na minha vida antes de me dedicar à maternidade, mas... é só ver um bebê, uma grávida, uma mãe ou um pai com seu filho (não importa a idade! vejam como tá sério o negócio!!!), eu me pergunto: POR QUE NÃO POSSO TER UM BEBÊ PRA CHAMAR DE MEU? E fico pensativa... e o problema maior de tudo isso, é que esse "desejo" (obsessão) ainda não foi despertado no João, meu marido. Não sei se é medo, insegurança, receio de não dar conta do recado, ou imaturidade mesmo... Mas o fato é: ele não demonstra o menor desejo de ser pai. Qndo toco no assunto, ele fala: isso é pra daqui 10 anos. Aiiii, como isso me irrita! Por que tem que ser assim? Parece que isso só acontece comigo, que todos os outros maridos do mundo já nasceram com a paternidade afloradíssima!!!! Bom... pelo menos desabafei. E minha poucas amiguinhas que visitam por aqui (e que me deixam mto feliz com seu carinho), me dêem alguma opinião... quem sabe algumas cabeças pensam melhor! E se não encontrar uma solução, no mínimo, coloquei pra fora!



E pra terminar um texto muito legal (e quase autobiográfico! kkkk):

Sitomas clássicos de uma tentante ?

- Uma certa obsessão por tudo que tenha a ver com bebês ou gravidez.
- Frequência considerável em páginas na net que falem sobre o tema, inclusive blogs de mamães;
- E nos blogs de tentantes, o que começa a render um forte envolvimento emocional e um medo (mais um!) íntimo: será que eu também vou ter que tentar tanto tempo?
- Passeios aparentemente distraídos e sem compromisso pelas sessões de roupas para grávidas;
- Passeios mais atentos na sessão de roupas para bebês com uma desculpa na ponta da língua para o primeiro conhecido que a vir: "É pra o bebê de uma amiga minha!";
- Uma adesão cada vez maior à moda das batas e dos vestidinhos sem cintura ("que ninguém saiba, mas se eu não gostar vai me servir bem quando estiver grávida!")
- Respostas cada vez mais sarcásticas e/ou sumárias quando lhe perguntam quando virá o herdeiro;
- Poses exdrúxulas estufando a barriga diante do espelho, ou colocando uma almofada embaixo da blusa;
- Comoção contida mas visível ao ver uma grávida (e de repente parece que você vê grávidas em todos os lugares!)
- Tudo que é redondo ou oval lhe lembra um óvulo, ou mais ainda, uma barriga;
- Seu calendário de menstruação está religiosamente em dia e você deu para calcular seu período fértil mesmo não usando tabelinha;
- Começa a ter raiva do seu método contraceptivo, a ponto de não aguentar olhar pra ele;
- Chega ao cúmulo de tentar convencer seu marido a comprar aquele carrinho de bebê em promoção "é um investimento!", mas a risada dele a faz voltar ao mundo real;
- Não perde uma reportagem na TV sobre maternidade;
- Checa as maternidades cobertas por seu plano de saúde;
- Começa a se perguntar se sua cunhada vai ter filho primeiro que você e ficar levemente preocupada com isso;
- Observa hoteizinhos perto de casa e na sala de aula fica pensando se seria possível um bebê ali;
- Já começou a comprar roupinhas e até pelúcia pro bebê (escondido, claro);
- Chegou a ficar com inveja da sua cadela que pariu recentemente (gente, a sua cadela engravidou, suas amigas, inimigas, vizinhas e primas engravidaram, a 
Letícia Birkheuer  engravidou e você...);
- Sabe como será cada detalhe da decoração do quarto do bebê e começa a tecer reformas na casa pra isso;
- Jura que vai pedir receita pra ácido fólico à ginecolista, e já tem uma dieta traçada para cada mês de gestação;
- Sabe com quantos anos sua mãe teve o primeiro filho, e começa a comparar com sua avó, suas tias, suas amigas, você...
- Começa a fazer cálculos com os anos que faltam até você completar 35 e tentar encaixar a maternidade nesse intervalo;
-Decidiu não assitir TV até passar o dia das mães;

- Vez ou outra assusta-se com o número de amigas e primas e vizinhas e conhecidas suas que já são mães;
- Precisa dizer isso a alguém, nem que seja num post gigante no seu blog, que ninguém vai aguentar ler.
Beijinhos, queridas!

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