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Tantas coisas!

Hoje deu vontade de escrever... e aqui estou!
Não, não estou grávida... Ainda.
Sim, Leonardo continua lindo, fofura, dengoso, sapeca, amor da minha vida!

Passei por um longo período de reflexão, de terapia e análise das minhas prioridades. Percebi que não estava feliz, que poderia pensar em alternativas para minha vida que viessem mais de encontro com o que eu espero desta minha passagem pela terra. 
Tirei da cabeça aqueles devaneios, que me faziam ficar infeliz e frustrada com minha vida. Será que fazer um mestrado me faria mesmo mais feliz? Descobri que não. Então terminei minha especialização e fique de bem...

Minha maternidade mal desempenhada (ao meu ver... mãe acho que é sinônimo de culpa) estava me incomodando. Decidi abrir mão de meio período de trabalho para ficar minhas manhãs com o Leonardo. A partir de 2016 serei uma mãe integral em meio período. À tarde, quando ele for para a escola, eu vou para o trabalho. Estou ansiosa para que chegue este tempo. Eu mereço. Ele merece. Nós merecemos, manhãs preguiçosas, beijos e abraços de bom dia, brincadeiras em meio ao trabalho doméstico (adoro isso, por incrível que pareça... a roupa que eu lavo é tão cheirosa...), cafés da manhã sem pressa, almocinho caseiro feito com amor e tempo para minha família, uns passeios esporádicos (ou não!) no parquinho. Sim, ficarei com metade do salário, mas o que mesmo que vale nesta vida?

Esse ano foi particularmente difícil no trabalho, me senti sugada até a última gota de disposição. Tive transtorno de ansiedade, depressão, enxaqueca, engordei uns 10 quilos, tudo decorrente dessa situação profissional extremamente desgastante. Trabalhei, trabalhei, trabalhei. E meu pequeno crescendo, longe dos meus olhos. Tive que passar por esse período difícil para reavaliar minhas prioridades. Busquei ajuda, fui ao psiquiatra, tomei medicamento, fiz psicoterapia e agora estou muito bem.

E em meio a esse turbilhão de sentimentos e decisões... Marido finalmente cedeu e concordou com o segundinho!!!! Eeeee, vivaaaa!!!! Estamos nas tentativas. Com algumas dificuldades, admito (helloooo, 30 anos chegando...), mas na hora que tiver que ser, será.

Delícia escrever aqui de novo!

Bjossssss


Nossas Bodas de Flores e Frutas - 4 anos de casamento


 Ontem, dia 15 de janeiro, completamos 4 anos de casados, nossas Bodas de Flores e Frutas. Posso dizer que estamos vivendo uma fase muito gostosa do nosso relacionamento. Temos muita confiança um no outro, amizade, cumplicidade, rimos juntos, nos apoiamos, nos colocamos pra cima, vivemos a vida leve, mesmo com as atribulações do dia a dia, trabalhando o dia todo, com filho pequeno, casa para cuidar, contas para pagar, enfim... Uma família como muitas outras por aí!
E falando no tema Flores e Frutas, é muito fofo para decorar, então ficou fácil... Usei coisinhas que tinha em casa e fiz um jantarzinho com muito amor para comemorar esse dia especial.

Visão geral

Vi em um blog essa ideia da maçã e achei demais!

Noivinhos do nosso topo de bolo

Sousplat que eu improvisei...

Meu quadrinho de giz não poderia faltar!

Fiz uma sequência com nossas comemorações de anos anteriores

Flores e frutas, simples assim!

Porta-guardanapos

Rosas ma-ra-vi-lho-sas que ganhei do maridão!

O convidado especial só aguardando servir o jantar... rs
Curioso...

Viva nós! ♥


Agora vamos para a parte "vida real" do post? Tinha planejado fazer tudo à tarde, enquanto o baby dormisse, mas que dê que a criança dormiu? Aí, como tava um dia lindo (exceção esses dias de chuvas torrenciais...), resolvi ir pro clube e... me atrasei toda! Affff.... Claro que marido nem se importou de chegar e me pegar de biquíni e saída de banho, descabelada, picando cebola pro molho da lasanha... Agora, outro fato: não sei se é o calor, se é a pílula anticoncepcional nova, se são as férias direto em casa, ou o quê, mas ando numa irritação sem tamanho!! T-U-DO me enerva!!!! Até fui fazer um beta HCG pra excluir qualquer possibilidade de um bebê a caminho (2 meses sem menstruar...) - que deu negativo...
Agora pensem, marido chega e me pega nesse estado, e ainda esqueci de comprar um ingrediente, fui fazer uma sobremesa no micro-ondas (porque né... mais rápido e prático #sqn...) e a dita-cuja derrama tudo lá dentro! Fui pegar o pote melecado, ruim da cara, esbravejando, e derrubo a coisa no chão porque tava pelando de quente! Que vontade de jogar tudo pro alto e sair correndoooooooo!!!
Mas bem... entre mortos e feridos, salvaram-se todos! Marido agradou, disse que não tinha problema, me ajudou a limpar a bagunça, foi ao mercado e comprou o que estava faltando e ainda trouxe sorvete pra sobremesa! Fofooooooooo meu! Por isso que amo meu marido!

Bjos, queridas!


Uma conversa sobre parto

Oi, queridas! Demorei, mas voltei. E voltei com assunto pra lá de polêmico: O PARTO. Eu já tinha ouvido falar em blog de amigas sobre o filme "O Renascimento do Parto" e estava super curiosa para assistir. E aí, gente... Foram lágrimas por todos os lados... Comecei a questionar minhas escolhas, a pensar "e se ...?". Claro que o que está feito, não se pode mudar... Mas e o que está por vir? Eu quero outro filho e muito! Por vários motivos os quais outra hora conto pro cês! Então pressupõe-se que vou passar pela experiência de parto de novo.
Assistindo o filme, relembrei a minha experiência de parto e até a preparação para ele. Foi então (e só então!) que percebi o quão desrespeitada eu fui! Hoje em dia, depois de tanto ler blogs ma-ra-vi-lho-sos, como Cientista que virou mãe, Paizinho vírgula e outros, tenho outra cabeça, outra ideia do que é PARIR um filho. Vou reproduzir aqui alguns trechos do meu relato de parto e comentar o que eu penso hoje. Vamos lá?

No dia 19 de julho tive minha última consulta de pré-natal. Na noite anterior não tinha passado muito bem, acordei com dor, vontade de ir ao banheiro, cheguei a achar que a hora estava chegando. Como a consulta seria às 9 horas da manhã, resolvi esperar. No consultório comecei a conversar com outra gestante que também teria o bebê no mesmo dia que eu e ela me contou que não tinha passado bem à noite, no mesmo horário que eu acordei. Descobrimos que teve mudança de lua naquele noite, ou seja, isso tem algum fundamento! A Dra. estava atrasada, adivinhem por que... Tinha sido chamada para fazer um parto durante a madrugada, no mesmo horário que eu e a outra mamãe acordamos nos sentindo mal. Já pensaram o que aconteceria, três gestantes dando à luz e uma médica? rsrs... Seria no mínimo emocionante.
Entrei consultar, estava tudo bem, sem dilatação, barriga enorme, pressão normal. A médica confirmou o parto para dali 3 dias, na segunda-feira.

Eu estava de 37 semanas e 6 dias, sem dilatação, pressão normal, e a médica CONFIRMOU o parto para dali quatro dia! Putz! Onde eu tava com a cabeça? Ainda não era a hora, eu poderia esperar pelo menos mais umas duas ou três semanas tranquilamente. Mas não, fui na onda da médica e MARQUEI pro meu filho nascer. De 38 semanas e 3 dias.

Fomos para o hospital, conversando e imaginando como seriam as próximas horas. Meu internamento estava marcado para as 7:30, chegamos lá às 7:20 e entramos pelo pronto socorro porque a portaria do hospital ainda estava fechada. Entreguei todos os papeis para a recepcionista, que estava com a maior cara de sono e eu toda animada para ter meu bebê! Fomos encaminhados para o andar da maternidade e lá fomos nós com as malas.A enfermeira abriu o quarto, colocamos as coisas lá dentro e ela pediu que eu separasse a primeira roupinha que o Léo ia usar. Como assim?!? Mas já??? rsrsrs!! Logo minha mãe e meu irmão chegaram. Eu peguei a roupinha, me despedi do meu marido, da mãe e do Pedro e subi com a enfermeira para o Centro Obstétrico.
Outra enfermeira veio me receber e encaminhou para uma salinha com banheiro, me entregou a camisolinha (linda! rs) e pediu que me trocasse.

Internamento? Pronto socorro? Isso lá combina com nascimento, parto, alegria? Parecia mais uma doença, uma emergência, um problema...
E esse de se DESPEDIR do marido e da família? Não soa como algo fúnebre? "Tchau, pessoal... Vou ali ter um filho e se der tudo certo, eu volto...". Vixi! Que coisa sem noção! E as acompanhantes? Duas enfermeiras que eu nunca tinha visto na vida...

Depois de me trocar fui levada a outra sala para colocar o soro e aguardar até a hora de ir para a sala de cirurgia. Na primeira vez que tentaram colocar meu soro, a veia rompeu e doeu muitooooo. Na segunda tentativa deu certo e aí eu fiquei deitadinha, sozinha, esperando me chamarem. Só eu sei o que senti ali, esperando, era um misto de alegria com medo, muitos sentimentos... Veio a enfermeira, me fez algumas perguntas e eu fui respondendo... Até que chegou numa pergunta e ela: "Acho que essa vc não vai saber... vamos para a outra" e eu "Mas o que é?", ela "A data da última menstruação". Imagiiiiiina que eu não ia saber!!! Respondi toda orgulhosa: "16 de outubro de 2011", nove meses e sete dias antes daquela data em que teria meu bebê. Ela escreveu nas pulseirinhas de identificação minha e do Leonardo o meu nome, colocou a minha e saiu novamente. Fiquei sozinha e parece que demoraram uma eternidade para voltar. Quando a enfermeira voltou, me pediu para fazer o último xixi e eu fui para o Centro Cirúrgico andando. Achei estranho, pensei que ia de maca! kkk!!

Gente... pausa para as lágrimas... Nunca na minha vida me senti tão sozinha, tão frágil e tão vulnerável quanto nesse momento que antecedeu o parto e eu estava sozinha, sozinha mesmo, sem meu marido, sem minha mãe, sem minha média, sem nenhuma enfermeira... Uma sensação tão grande de desamparo... Assustador. Eu pensei comigo "Isso deve ser normal.Todas as mulheres passam por isso. Eu é que devo ser uma fracota por estar me sentindo assim. Vamos lá, respira fundo, você vai ganhar um bebê daqui um pouco."
Isso sem falar no jeito com que as enfermeiras me trataram. Elas não foram grosseiras, mas me trataram como mais uma. Sem um pingo de sensibilidade. Arrebentaram minha veia e nem desculpas pediram, nem perguntaram se tinha doído, se eu estava bem. Nada. Eu era apenas mais uma...

Já na sala de cirurgia, o anestesista veio se apresentar e me explicar algumas coisas. A minha médica chegou, veio me abraçar e perguntar se estava tudo bem. E eu caaaalmaaa, até estava estranhando, eu não deveria estar nervosa? As enfermeiras queriam até saber quantos filhos eu já tinha!

Tive o primeiro contato com o médico anestesista sentadinha na maca que ia ganhar meu filho. Não tive consulta ates, e isso que foi pago TUDO particular...
Em meio a tanta frieza, o primeiro gesto de carinho derreteu meu coração, o abraço e a preocupação da médica. Eu recebi isso como uma coisa extraordinariamente especial. Afinal ela era A MÉDICA, e preocupada com uma mísera mãe prestes a parir! Oxe, era muita bondade da parte dela. Sabe de nada, inocente...

Então o anestesista aplicou a temida anestesia, que não é muito confortável, ainda mais porque precisa curvar muito para frente e com o barrigão fica bem difícil, mas nada insuportável. Logo comecei a sentir minhas pernas esquentando, esfriando e, por fim, formigando. Nisso a minha médica já começou a cortar minha barriga e eu " Peraí, doutora, essa anestesia já fez efeito?" rsrsrs... Parecia que eu ia sentir tudo, mas é só a sensação mesmo, não senti dor. Os médicos começaram a bater o maior papo, o anestesista contando que tinha batido o carro e não achava outro igual e blá blá blá... E eu bem quietinha, tentando saber em que pé estava a coisa. Quando a médica perguntou "Cadê o marido dela, gente?", percebi que estava muito perto de o Léo nascer. Logo o meu marido entrou, todo vestidinho de azul, touquinha e máscara, ai, ai... quantas vezes tinha imaginado aquela cena...

Ai, meu Deus!!!!! Precisa dizer alguma coisa?!? DESRESPEITO TOTAL define. Que absurdo eu ficar ali ouvindo aquelas baboseiras dos médicos que não tinham nada a ver comigo nem com aquele momento mais lindo e esperado por mim... Que triste... Triste não ser protagonista do próprio parto, triste ter que ficar quietinha TENTANDO saber EM QUE É QUE ESTAVA A {{{{{COISA}}}}}}... Affff..... 
E tudo isso SOZINHA... Sem ninguém...

Não demorou muito, a médica anunciou "Seu neném já vai nascer..." e chamou meu marido para registrar o momento.
Ouvi uns barulhinhos engraçados, não era choro... hihihi! Logo ele abriu o berreiro e o papai todo bobo:"Olha quem tá aí, o Léo!", que amor... Então trouxeram ele para eu ver. Fiquei muito emocionada, não chorei, porque estava feliz demais por ele ter nascido bem. Me surpreendi por ele ter cabelo, achei ia ser careca! E por ser mais parecido comigo, com o cabelinho castanho e não loiro como eu tinha imaginado. Pena que esses primeiros momentos são tão rápidos, mas aproveitei para conversar um pouquinho com ele, que já tinha ficado quietinho, mas quando ouviu minha voz, começou a chorar e até saiu caquinha do nariz!

Trouxeram ele para eu VER. Não pude tocar, nem cheirar, nem abraçar, nem aconchegar em meu seio aquele bebê que eu ansiosamente esperei e gerei por 9 meses. Que eu tantas vezes sonhei como seria a carinha, o cabelinho, aquele por quem me alimentei bem, tomei vitaminas, massageei e conversei com a barriga desde o primeiro dia em que soube que estava grávida... 
Me contentei em vê-lo por alguns instantes e fazê-lo ouvir a minha voz...

Levaram ele para os procedimentos enquanto terminavam minha cesárea. Logo levaram ele para os avós e o tio conhecerem e aí foi para o bercinho aquecido porque teve um pouquinho de hipotermia.
Fiquei umas três horas na recuperação, tentando movimentar as pernas para a anestesia passar logo e eu ir para o quarto com meu bebê. Cada enferemeira que passava eu perguntava "Como está meu bebê?" rsrsrs... Aho que elas já estavam sem paciência, ainda mais porque tinha um monte de mamães para ter seus bebês.
Depois de passada a recuperação, desci para o quarto e quase meia hora meu príncipe desceu também, rosado, fofinho, coisa mais linda do mundo!

Está sendo meio sofrido para mim reviver essas coisas que eu até então considerava "normais", de praxe em qualquer nascimento. Sem imaginar que existem outras formas muito mais respeitosas e amorosas de se parir um filho, de trazer uma criança ao mundo... 
Ele não precisava passar por procedimento nenhum imediatamente após o parto. Pesar? Medir? Poderia ser feito depois. Não amamentei meu filho após o parto. E isso era realmente importante.
Levaram ele para longe de mim, ver a família e eu fiquei sozinha, sem ele e ele sem mim. Essa história de hipotermia aposto que é mentira. Só agora me dou conta. É muito melhor deixar o bebê longe, nem que fique chorando. A mãe, toda anestesiada, nem vai poder ir atrás mesmo! Eu dormia e acordava, ouvindo o chorinho de um bebê, longe... E pensava: "Coitadinho desse bebê chorando...". De tão grogue eu não liguei os fatos de que era o MEU bebê. E as enfermeiras num frenesi pra lá e pra cá, não tiveram a capacidade de parar, me ouvir e responder à minha pergunta. Elas não iam falar "Ah, o seu bebê? Está lá, no berço, naquele quarto com a porta fechada, chorando." Elas estavam em uma linha de montagem, tinha muitas outras para fazer nascer seus bebês. Ah, e a "recuperação" era num corredor, com um monte de gente passando por mim, sem minha família, sem ninguém.

Meu parto foi maravilhoso, tranquilo, abençoado. Agradeço a Deus por ter passado por esse momento único na minha vida com tanta alegria e serenidade.

Depois de tudo isso, lógico que não penso mais assim. Fui ingênua, bobinha, engolida por um sistema que não leva em conta a mãe, nem o bebê, só a produtividade e o lucro. Isso tudo que depois a pediatra, vendo minha dificuldade para amamentar, teve a capacidade de falar que não era pra eu me preocupar, que ela não havia ESVAZIADO TOTALMENTE o estômago do meu bebê, por isso ele não devia estar com fome. Com perdão do palavreado: PQP!!!! Enfiaram um cano na boquinha do meu bebê que tinha acabado de nascer até o estômago! Que adulto se sujeita a isso, sem sedação, sem anestesia? Ah, claro... o bebê não pode reclamar... E a mãe dele tá lá, sendo costurada, nem tá vendo o que está se passando... Ainda que não soube e nunca vou saber o que mais fizeram lá com ele após o nascimento.


Por tudo isso, eu desejo que o próximo venha com mais amor, mais respeito, mais afeto. E que mais mulheres se empoderem do que de fato podem fazer para que o nascimento dos seus filhos sejam permeados de doces lembranças...



Beijos a todas!

Ser mãe é...


- Comprar mil roupinhas pro filho e só depois lembrar que quem estava precisando de roupas novas era ela;
- Rezar para que o filho durma e quando ele dorme, rezar para que ele acorde logo;
- Cantarolar músicas infantis o tempo inteiro, mesmo quando o filho não está por perto;
- Olhar para o bebê inúmeras vezes e mal acreditar que ele realmente existe;
- Aprender a cozinhar, dar banho, trocar roupa e tudo que jamais soube fazer;
- Perceber que agora o mundo gira em torno de um único ser;
- Querer saber o tempo todo se a cria está bem quando está longe;
- Chorar de desespero, de cansaço, mas esquecer de tudo quando vê aquele sorriso que só os filhos sabem dar;
- Tornar o assunto “filhos” o mais interessante do mundo;
- Perder alguns amigos e ganhar muitos outros por conta disso;
- Agarrar, apertar, morder;
- Amar o cheiro de chulé daqueles pézinhos;
- Saber ser esposa/mulher/funcionária/mãe tudo ao mesmo tempo;
- Querer livrar o filho de todo mal, mesmo sabendo que isso é impossível;
- Descobrir que o amor não vem de uma vez, que ele chega aos pouquinhos e cresce exponencialmente com o passar do tempo.
Enfim, ser mãe é tudo aquilo e muito mais do que imaginamos, é mágico, é sofrido, mas acima de tudo, é maravilhoso!

Texto retirado daqui!
 
Bom fim de semana...
Beijos

Relato do parto

 
Resolvi registrar o parto do Leonardo para não deixar perder-se através do tempo tudo o que passamos até chegar ao lindo e mágico momento de ter nosso filho nos braços.
No dia 19 de julho tive minha última consulta de pré-natal. Na noite anterior não tinha passado muito bem, acordei com dor, vontade de ir ao banheiro, cheguei a achar que a hora estava chegando. Como a consulta seria às 9 horas da manhã, resolvi esperar. No consultório comecei a conversar com outra gestante que também teria o bebê no mesmo dia que eu e ela me contou que não tinha passado bem à noite, no mesmo horário que eu acordei. Descobrimos que teve mudança de lua naquele noite, ou seja, isso tem algum fundamento! A Dra. estava atrasada, adivinhem por que... Tinha sido chamada para fazer um parto durante a madrugada, no mesmo horário que eu e a outra mamãe acordamos nos sentindo mal. Já pensaram o que aconteceria, três gestantes dando à luz e uma médica? rsrs... Seria no mínimo emocionante.
Entrei consultar, estava tudo bem, sem dilatação, barriga enorme, pressão normal. A médica confirmou o parto para dali 3 dias, na segunda-feira.
No domingo, às vésperas do grande dia, passei tranquila, almocei na minha mãe e à tarde fui na sogra. Confesso que cheguei um pouquinho cansada em casa, deveria ter repousado mais. À noite fiz a última refeição antes de iniciar o jejum, fui colocar as últimas coisas na minha mala e aí a ansiedade começou a dar as caras.
Noite anterior ao parto
Estava cansada mas não consegui dormir bem, despertava por qualquer coisinha e ficava olhando o horário no celular.
Às 5 e pouquinho da manhã eu não aguentei e levantei, fui tomar banho, fazer escova no cabelo, dar uma maquiadinha básica e o coração à mil, só pensava que faltava muito pouco!
O marido acordou, se arrumou e colocou as malas no carro.

Pausa para foto antes de sair de casa!
Fomos para o hospital, conversando e imaginando como seriam as próximas horas. Meu internamento estava marcado para as 7:30, chegamos lá às 7:20 e entramos pelo pronto socorro porque a portaria do hospital ainda estava fechada. Entreguei todos os papeis para a recepcionista, que estava com a maior cara de sono e eu toda animada para ter meu bebê! Fomos encaminhados para o andar da maternidade e lá fomos nós com as malas.
 
No sofazinho em frente ao quarto que eu fiquei.
A enfermeira abriu o quarto, colocamos as coisas lá dentro e ela pediu que eu separasse a primeira roupinha que o Léo ia usar. Como assim?!? Mas já??? rsrsrs!! Logo minha mãe e meu irmão chegaram. Eu peguei a roupinha, me despedi do meu marido, da mãe e do Pedro e subi com a enfermeira para o Centro Obstétrico.
Outra enfermeira veio me receber e encaminhou para uma salinha com banheiro, me entregou a camisolinha (linda! rs) e pediu que me trocasse.
Depois de me trocar fui levada a outra sala para colocar o soro e aguardar até a hora de ir para a sala de cirurgia. Na primeira vez que tentaram colocar meu soro, a veia rompeu e doeu muitooooo. Na segunda tentativa deu certo e aí eu fiquei deitadinha, sozinha, esperando me chamarem. Só eu sei o que senti ali, esperando, era um misto de alegria com medo, muitos sentimentos... Veio a enfermeira, me fez algumas perguntas e eu fui respondendo... Até que chegou numa pergunta e ela: "Acho que essa vc não vai saber... vamos para a outra" e eu "Mas o que é?", ela "A data da última menstruação". Imagiiiiiina que eu não ia saber!!! Respondi toda orgulhosa: "16 de outubro de 2011", nove meses e sete dias antes daquela data em que teria meu bebê. Ela escreveu nas pulseirinhas de identificação minha e do Leonardo o meu nome, colocou a minha e saiu novamente. Fiquei sozinha e parece que demoraram uma eternidade para voltar. Quando a enfermeira voltou, me pediu para fazer o último xixi e eu fui para o Centro Cirúrgico andando. Achei estranho, pensei que ia de maca! kkk!!
Já na sala de cirurgia, o anestesista veio se apresentar e me explicar algumas coisas. A minha médica chegou, veio me abraçar e perguntar se estava tudo bem. E eu caaaalmaaa, até estava estranhando, eu não deveria estar nervosa? As enfermeiras queriam até saber quantos filhos eu já tinha!
Então o anestesista aplicou a temida anestesia, que não é muito confortável, ainda mais porque precisa curvar muito para frente e com o barrigão fica bem difícil, mas nada insuportável. Logo comecei a sentir minhas pernas esquentando, esfriando e, por fim, formigando. Nisso a minha médica já começou a cortar minha barriga e eu " Peraí, doutora, essa anestesia já fez efeito?" rsrsrs... Parecia que eu ia sentir tudo, mas é só a sensação mesmo, não senti dor. Os médicos começaram a bater o maior papo, o anestesista contando que tinha batido o carro e não achava outro igual e blá blá blá... E eu bem quietinha, tentando saber em que pé estava a coisa. Quando a médica perguntou "Cadê o marido dela, gente?", percebi que estava muito perto de o Léo nascer. Logo o meu marido entrou, todo vestidinho de azul, touquinha e máscara, ai, ai... quantas vezes tinha imaginado aquela cena...
Não demorou muito, a médica anunciou "Seu neném já vai nascer..." e chamou meu marido para registrar o momento:
Primeira foto do Leonardo
Ouvi uns barulhinhos engraçados, não era choro... hihihi! Logo ele abriu o berreiro e o papai todo bobo:"Olha quem tá aí, o Léo!", que amor... Então trouxeram ele para eu ver. Fiquei muito emocionada, não chorei, porque estava feliz demais por ele ter nascido bem. Me surpreendi por ele ter cabelo, achei ia ser careca! E por ser mais parecido comigo, com o cabelinho castanho e não loiro como eu tinha imaginado. Pena que esses primeiros momentos são tão rápidos, mas aproveitei para conversar um poquinho com ele, que já tinha ficado quietinho, mas quando ouviu minha voz, começou a chorar e até saiu caquinha do nariz!
 
Nosso primeiro encontro... ♥
 
Levaram ele para os procedimentos enquanto terminavam minha cesárea. Logo levaram ele para os avós e o tio conhecerem e aí foi para o bercinho aquecido porque teve um pouquinho de hipotermia.
 
Conhecendo os avós e o titio
 
Fiquei umas três horas na recuperação, tentando movimentar as pernas para a anestesia passar logo e eu ir para o quarto com meu bebê. Cada enferemeira que passava eu perguntava "Como está meu bebê?" rsrsrs... Aho que elas já estavam sem paciência, ainda mais porque tinha um monte de mamães para ter seus bebês.
Depois de passada a recuperação, desci para o quarto e quase meia hora meu príncipe desceu também, rosado, fofinho, coisa mais linda do mundo!
 
Meu fofolindo!
 
Meu parto foi maravilhoso, tranquilo, abençoado. Agradeço a Deus por ter passado por esse momento único na minha vida com tanta alegria e serenidade.
 
"Oi, mamãe! Já estou aqui..."
 
 
Beijos, meninas!
Boa semaninha para vcs!
 

AMOR

Oi, meninas! Demorei um pouquinho pra voltar, né? Mas meu motivo é mais que justo... Essa primeira semana de vida do Leonardo me dei o direito de ficar exclusivamente com ele, conhecendo meu filhotinho, aprendendo com o seu jeitinho. Posso dizer com toda a certeza que me tornar mãe foi a coisa mais maravilhosa que aconteceu na minha vida, é muito amor que veio à tona junto com o nascimento do Leonardo, dá vontade de ficar cheirando, beijando, embalando e mimando meu filho.
O parto foi tranquilo (claro que aquela preparação toda dá um certo nervosismo), procurei me manter calma, aproveitar cada instante, desde a hora de colocar o soro (ui!) até o grande momento (ownnn):


Momento realmente mágico e emocionante!
Depois do nascimento do Léo fiquei umas três horas na recuperação e ele na salinha dos berços aquecidos. Não via a hora de "ver bem" meu pacotinho precioso... Então descemos para o quarto e então pudemos nos aconchegar um ao outro...

No primeiro dia tivemos algumas visitas, no segundo ficamos só eu, o papai, o bebê e as vovós. No terceiro dia tivemos alta e viemos para casa. Por mais bem cuidada que fosse no hospital, bom mesmo é estar na nossa casa, não é mesmo? Desde esse dia tenho amamentado, trocado a fraldinha, acalentado, dado banho e muito amor para o meu Leonardo. Ele é um doce de bebê, só chora quando está com a fralda suja ou com fome. Mama bem, dorme bem, deixa a mamãe dormir e até blogar! rs
Minha recuperação está muito boa, a cesariana quase não dói, mas inchei bastante nos tornozelos (agora está um pouco melhor), tive dor de cabeça por uns três dias e os seios sofreram um pouquinho com o início da amamentação. Por falar nisso, o Léo tem mamado bem no seio, só tomou complemento umas três vezes antes da apojadura, estou muito feliz por estar alimentando meu bebê.
Estou sendo muito paparicada pelo maridão e pela minha mãe, ela tem vindo todo dia fazer almoço pra nós e nos primeiros dias fazia a sopa da noite e me ajudava com o banho do Léo. O marido tem demonstrado que escondeu muito bem o jogo no quesito "bebês"! Tem se saído muito bem como papai, tem o maior jeito pra pegar o Leonardo no colo, levanta à noite pra me ajudar, arruma a casa, lava a roupa, faz lanchinhos pra mim, sempre leva um copo de suco quando estou amanetando, enfim... um paizão!
Bom, acho que por enquanto é isso... Tenho visitado os blogs amigos sempre que posso, assim que der volto a comentar e postar com mais frequencia.
Para encerrar gostaria de dizer: ESTOU MUITO FELIZ E REALIZADA, SER MÃE É MARAVILHOSO!

Bjos...




E 9 meses se passaram...


Hoje é um dia especial para mim... Dia de relembrar as emoções que me envolveram desde a descoberta da minha gravidez... Não foi planejada, como sabem... Mas totalmente DESEJADA. Sempre me imaginei mãe, com um bebê nos braços sendo acalentado com todo o amor que tenho no coração... No momento que me descobri grávida, não acreditei. Achei, com toda a sinceridade, que eram probleminhas na "tireiode". Acho que só acreditei realmente que tinha uma sementinha preciosa no ventre quando vi no primeiro ultrassom, o Leonardo já estava lá, cheio de vida, com seu coraçãozinho pulsando no pequeno embrião de 8 mm. Quanta alegria! Fiquei tão surpresa e emocionada, que não consegui expressar nada na hora. Estava sozinha e quando entrei no carro, chorei. Chorei de felicidade, de surpresa, de medo... Mas, com certeza, o sentimento que prevaleceu foi de gratidão a Deus por ter me dado o que eu mais desejava: um bebê. O papai ficou feliz, ansioso para contar a novidade pro mundo inteiro, minha mãe ficou emocionada e ansiosa para saber logo quando o bebê nasceria e sair comprando todos os presentinhos que o(a) netinho(a) merecia! A família toda recebeu a notícia muito bem, foi uma alegria para todos.
Mas como os hormônios mexem com a cabeça e o coração das mamães gestantes... Ao longo da gravidez tive momentos de sensibilidade total, daqueles de chorar de soluçar... Mas até que foram poucos comparados aos momentos de êxtase que a gravidez proporciona.
Sensação de bem estar, cabelos bonitos, pele boa, auto estima encima, nada de enjoos, nada de sustos, só alegria...
Sabem uma gravidez perfeita? Foi a minha. Graças a Deus. Mesmo com alguns percalços, normais na vida de qualquer pessoa, me mantive firme. E ainda trabalhei, assumi novos projetos, avancei na vida profissional.
Mas o coração sempre ligado ao meu pequeno milagre... Pensando em tudo que ainda está por vir... chego a sentir um aperto no estômago quando imagino pezinhos gordinhos para "morder", os primeiros dentinhos na boquinha perfeita, os choros, os risos, o primeiro aniversário, o dia a dia na escolinha, os brinquedos espalhados pela casa, os passeios no parquinho [pausa para as lágrimas... ainda ando emotiva... talvez nesses dias um pouco mais...], as mãozinhas na minha mãe e na do papai... É ou não é maravilhoso ser mãe?



Obrigada, Senhor, por me confiar esse anjinho. Me acompanha nesses últimos momentos da gravidez, esteja comigo na hora do parto. Que eu tenha tranquilidade para dar à luz o meu filho, que pertence a ti. Obrigada por esses meses em que pude gerar uma vida.

"Leonardo...
Eu já te amo tanto, minha criança.... Vem logo, a mamãe está com os braços e o coração abertos para te receber com muito amor. Espero te fazer feliz, estar com você sempre que precisar, acompanhar os teus passos e orientar seu caminho. Você é precioso para mim e para o papai. Obrigada por existir!
Até muito em breve..."


Em pleno deserto te encontrei
Nunca imaginava ser assim
O que jamais pensei
Foi ter você perto de mim

O sol queimava a minha paz
Quando você chegou
Não sabe o bem que me faz
À sombra desse amor

Água de oceano
Pra beber
Vivo mergulhado em você
Te amo pra valer
Lembre-se de não esquecer...


Kris

Meu primeiro dia das mães como MÃE!



Boa noite a todas! Não poderia deixar de vir aqui registrar como foi meu primeiro dia das mães não só como filha, mas como mãe! Já no sábado ganhei presentes do marido e do Leonardo, um amor! O papai se esforçou e se saiu muitíssimo bem na escolha dos presentes:





Fofo, né? Ele veio com o pacotinho vermelho pequeno e eu já fiquei toda faceira! Era uma correntinha com um pingente de menino de ouro. Achei tão delicado da parte dele! Aí ele tira de trás do sofá uma sacola enorme do Boticário com uma caixa re-che-a-da! Tinha perfume, sabonete líquido, hidratante e o meu creminho Mamie Bella! Não é lindo, genteee??? Babei ao quadrado com o cuidado do meu maridinho! Me surpreendeu mesmo! Fora o tratamento carinhoso, que ganho todos os dias, mas nesse fim de semana... ele tava mais que fofo! rs! Acho que escolhi o papai certo, Léo!
No domingo fomos todos almoçar na minha sogra: eu, João, minha momy, o Pedro (meu irmão) e meus cunhados. Foi tão gostoso, rimos muito, comemos um monte, conversamos... aproveitamos o dia! E eu não poderia deixar de presentear a minha mãe, que é tão maravilhosa, querida, presente na minha vida, perfeita pra mim como mãe, que nem todos os presentes do mundo expressariam o amor que sinto por ela!!  Mesmo assim, tentei dar algo que ela fosse usar bastante no dia a dia e ficar ainda mais linda do que já é! Difícil, né? rsrs! Dei uma bota e um perfume. Ela disse que eu acertei (elas sempre falam isso.... hihi).

Mas o principal de tudo isso é o amor que temos como mãe e filha, temos uma relação de tanta cumplicidade, confiança, respeito, cuidado, que só posso desejar ser um pouquinho para o Leonardo do que a minha mãe é para mim. Tenho tanto orgulho dela! Sou uma filha coruja! Ai de quem mexer com ela, me "doo" como se fosse comigo! É amor demais, ela me entende, me mima, me apoia, me levanta a auto-estima... Ai, ai... ficaria aqui um tempão falando dela e do nosso amor!

MÃE, EU TE AMO DEMAIS!!!

A princesinha e sua Rainha!

E ela ainda teve o carinho de comprar um presente para o "Leonardo" dar pra mamãe dele, vejam que amor:

Vou poder variar os menininhos!
Ou será um sinal de que o Leonardo um dia vai ganhar um "irmãozinho"?

Bjos, queridas! Boa semana para todas!

Ai, que vontade...


... de ter vc aqui...

“Nossos sonhos são a melhor e a mais doce parte de nossa vida. É o momento em que cada um de nós é mais si mesmo.”
Ernesto Renan

Quem ri por último...


RI MUUUUITOOO MELHOR!!!

Oiii (será que ainda tem alguém aí? hihihi) Hoje quero compartilhar uma história de vida com vcs. Terça-feira, véspera do feriado (mais que bem-vindo) eu combinei de tomar café na momy. Lá pelas sete e meia, Joãozinho me liga, todo animado, perguntando que horas eu ia embora. Sei lá, amor, daqui um pouco... Por quê - perguntei. Porque combinei com nossos amigos de ir comer espetinho e depois ir no boliche!! (animação mode on, tadinho). Putz, pensei, justo hoje? Né por nada não, mas hoje... (tá certo que eu vivia reclamando que a gente não tinha companhia pra sair... mulher é um bicho insatisfeito por natureza...) Fiquei com dózinho dele e respondi, tentando parecer animada: Beleza, vem me buscar AGORA então!
Vim pra casa tomei banho, sequei o cabelo, dei uma maquiada básica e lá fomos nós comer o tal espetinho. Primeira grata surpresa da noite: o espetinho era muuuuuito boooommm! (cabeça de gorda... kkkk). Tomamos umas cervejinhas, demos algumas risadas e voltamos pra casa (é que eu tinha que me "arrumar" pra ir no boliche. Lá fomos nós pra segunda parada do dia (ou melhor, da noite). Nossos amigos logo chegaram e mais algumas cervejinhas e muitasss risadas depois (eta povo faceiro) olho pro lado e quem eu vejo?????
 Meu ex que não é bem um ex. Não é bem ex porque ele nunca quis assumir que a gente namorava apesar de sairmos sempre juntos e com mais ninguém (não éramos ficantes nem namorados #coisamuitoestranha!). Isso por longos dois anos e meio perdidos. Ele era muito imaturo e bobo e adorava minar a minha autoestima. Vivia falando que preferia mulher mais velha (eu tinha 17...), gostava de loiras (eu era morena), universitárias (eu tava terminando o ensino médio, na mesma sala dele, aliás...) enfim... Eu não era nada do que ele queria, mas mesmo assim não me largava. Vcs devem estar pensando: o cara é um deus grego pra ser exigente desse jeito!!! Nadaaaaaaaa, ele era baixinho, gordinho, tinha os dentinhos da frente separados!!!!! kkkkkkkkkkkkkkkk Calma aí, preciso rir só mais um pouquinho! kkkkkkkkkkkk
Vcs acreditam? Vejam a que ponto chega a imaturidade de uma adolescente! Até o dia em que brigamos e na semana seguinte conheci o João. Aí ele me procurou novamente e eu mandei ele se catar!!! Desde então eu namorei, noivei, casei (com tudo o que eu tinha direito) com alguém que eu AMO e que, de igual importância, ME AMA. Pensei em tudo isso numa fração de segundos quando eu vi ele lá parado, sozinho, mais gordo ainda (nada contra os gordinhos!), com uma cara de bunda e com o mesmo tipo de roupa que ele usava quando a gente saía. E eu?
LINDA, LOIRA, PODEROSA, CASADÍSSIMA E CURTINDO A BALADA COM MEU MARIDINHO!!!
Fiquei miachanduuu, minha gentissss!!!
Na época eu sofri muito, chorava baldes... Mas nada como o tempo!
Saldo da noite: muitas risadas com os amigos + balada boa + maridinho apaixonado =
NÃO TEM PREÇO!!!!

E aí, vcs não acham que quem ri por último ri melhor?!?!?

Beijusss
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