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Esses loiros...

Fique loira há algum tempo. Uns três meses mais ou menos... E desde então meu cabelo  parece que está participando de um dramalhão mexicano... Cada dia é uma cena...
A última c@g@d@ foi ficar com as raízes laranjadas!!!!

Não! Pensando melhor, a última mesmo foi tentar "matizar" as mechas em casa. Ficou tipo assim ó:

Foi então que cheguei à conclusão que estava fazendo a coisa errada! Afffffff..... Resolvi ir num salão beeemmmmmmm bommmmmm e resolver a coisa de vez!
Eu estava com o cabelo castanho, num tom bem bonito. Aí fui e fiz mechas que ficaram legais, tipo um caramelo. Não satisfeita (loiro era minha meta), fui e fiz maaaaaais mechas. Aí a querida cabeleireira passou uma tintura no cabelo TODO depois de descolorir as mechinhas, para tonalizar. Aí a coisa começou a ficar feia! Ficou uns pedaços laranjas... depois de 20 dias, tava a raiz castanho escura, o laranjado e o loiro para baixo. Voltei no salão e a cabeleireira pintou denovo, o cabelo todooooooo, ficou mais laranjado!!!!!!
Só hoje consegui ir ajeitar (em outro salão) e finalmente me olhei no espelho e me reconheci!!!! Ufaaa....

Acompanhem a saga:




E agora ficou assim: um loiro escuro com mechinhas bem suaves e a raiz "natural":
 Ameyyyyyyyyyyyyyy!!!! Estou me sentindo puro loosho, poder e glória com esse cabelo!
Beijokas e boa noite!

Keep calm because...

...Deus sabe o que faz!
Cês sabem que eu tinha DIU, né? Não sabem? Pois é... em janeiro do ano passado, quando o Léozinho estava com 6 meses, eu coloquei o Mirena, o famoso DIU hormonal. Ele é bom em alguns aspectos: não tem risco de esquecer (como a pílula), eu fiquei praticamente sem menstruação por mais de um ano... Mas eu engordei e inchei bastante, fiquei com a pele e o cabelo mais oleoso, bem irritada e com a libido lááááááá no chão... Mas mesmo assim fiquei com ele por quase dois anos, mais por insistência do marido (por que será? acomodado rs).
Tudo ia relativamente bem até que semana passada comecei a sentir dores no lado esquerdo da barriga, apalpava e doía bastante. Senti a barriga até mais inchada do que o normal. Isso era numa quinta-feira. Passou sexta e no sábado senti bastante dor. Estava amoada, com vontade de ficar deitada, não estava legal... E a dor aumentando. Mandei msg pra minha médica e ela pediu pra eu marcar consulta na segunda. Eu até tentei, mas só tinha horário para depois de novembro... do ano que vem!!!! Posso com isso?!? Mandei outra msg pra ela, que me passou um pedido de ecografia. Consegui marcar horário só para a quarta-feira pra fazer a eco. Quando fui na clínica, o médico do ultrasson percebeu que meu DIU estava mal posicionado, muito abaixo do normal. Quando foi olhar os ovários... vixi! A coisa enfeiou! O direito estava tudo bem, mas o esquerdo... vi estrelas quando posicionou o aparelho! E o que tinha lá? Um CISTO HEMORRÁGICO, que deixou meu ovário quatro vezes maior do que o normal. Fiquei super nervosa. Passei deixar a eco no consultório da minha médica e pedi pra que ela me retornasse assim que possível.
Fui buscar o Léo na escola e quando voltei pro carro já tinha uma chamada perdida no celular do consultório. E logo a secretária já ligou novamente falando que a médica queria me ver no dia seguinte, cedo. Nem preciso dizer que fiquei mais preocupada ainda! Essa quarta-feira ficou estragada pra mim... Tinha até aniversário de uma amiga e nem quis ir... A cabeça cheia de minhocas!
No dia seguinte fui pra minha consulta e, resumindo, o cisto é devido ao DIU Mirena. A médica falou que é comum acontecer isso com quem tem ele e que provavelmente eu iria fazer mais cistos como aquele. Affff... ninguém merece... Diante disso resolvemos tirar o dito cujo! \o/ rsrs
Estava morrendo de medo da dor, porque pra colocar doeu pra caramba! Mas que nada, ela fez uma eco na hora e viu bem certinho onde estava e pinçou ele sem dificuldades. Que alíviooooooooo!!!!!
Fiquei ultra-mega-power feliz!!!!! Meu sonho do segundinho ficou muito mais próximo!!! Claro que saí de lá com uma receita do anticoncepcional Iumi (que promete maravilhas na bula!), pro marido não ficar tão desesperado... kkkk
Mas é isso... Estou feliz e animada pra preparar o casulinho pra mais um baby, quem sabe pro ano que vem!
Beijocas!!!


Uma conversa sobre parto

Oi, queridas! Demorei, mas voltei. E voltei com assunto pra lá de polêmico: O PARTO. Eu já tinha ouvido falar em blog de amigas sobre o filme "O Renascimento do Parto" e estava super curiosa para assistir. E aí, gente... Foram lágrimas por todos os lados... Comecei a questionar minhas escolhas, a pensar "e se ...?". Claro que o que está feito, não se pode mudar... Mas e o que está por vir? Eu quero outro filho e muito! Por vários motivos os quais outra hora conto pro cês! Então pressupõe-se que vou passar pela experiência de parto de novo.
Assistindo o filme, relembrei a minha experiência de parto e até a preparação para ele. Foi então (e só então!) que percebi o quão desrespeitada eu fui! Hoje em dia, depois de tanto ler blogs ma-ra-vi-lho-sos, como Cientista que virou mãe, Paizinho vírgula e outros, tenho outra cabeça, outra ideia do que é PARIR um filho. Vou reproduzir aqui alguns trechos do meu relato de parto e comentar o que eu penso hoje. Vamos lá?

No dia 19 de julho tive minha última consulta de pré-natal. Na noite anterior não tinha passado muito bem, acordei com dor, vontade de ir ao banheiro, cheguei a achar que a hora estava chegando. Como a consulta seria às 9 horas da manhã, resolvi esperar. No consultório comecei a conversar com outra gestante que também teria o bebê no mesmo dia que eu e ela me contou que não tinha passado bem à noite, no mesmo horário que eu acordei. Descobrimos que teve mudança de lua naquele noite, ou seja, isso tem algum fundamento! A Dra. estava atrasada, adivinhem por que... Tinha sido chamada para fazer um parto durante a madrugada, no mesmo horário que eu e a outra mamãe acordamos nos sentindo mal. Já pensaram o que aconteceria, três gestantes dando à luz e uma médica? rsrs... Seria no mínimo emocionante.
Entrei consultar, estava tudo bem, sem dilatação, barriga enorme, pressão normal. A médica confirmou o parto para dali 3 dias, na segunda-feira.

Eu estava de 37 semanas e 6 dias, sem dilatação, pressão normal, e a médica CONFIRMOU o parto para dali quatro dia! Putz! Onde eu tava com a cabeça? Ainda não era a hora, eu poderia esperar pelo menos mais umas duas ou três semanas tranquilamente. Mas não, fui na onda da médica e MARQUEI pro meu filho nascer. De 38 semanas e 3 dias.

Fomos para o hospital, conversando e imaginando como seriam as próximas horas. Meu internamento estava marcado para as 7:30, chegamos lá às 7:20 e entramos pelo pronto socorro porque a portaria do hospital ainda estava fechada. Entreguei todos os papeis para a recepcionista, que estava com a maior cara de sono e eu toda animada para ter meu bebê! Fomos encaminhados para o andar da maternidade e lá fomos nós com as malas.A enfermeira abriu o quarto, colocamos as coisas lá dentro e ela pediu que eu separasse a primeira roupinha que o Léo ia usar. Como assim?!? Mas já??? rsrsrs!! Logo minha mãe e meu irmão chegaram. Eu peguei a roupinha, me despedi do meu marido, da mãe e do Pedro e subi com a enfermeira para o Centro Obstétrico.
Outra enfermeira veio me receber e encaminhou para uma salinha com banheiro, me entregou a camisolinha (linda! rs) e pediu que me trocasse.

Internamento? Pronto socorro? Isso lá combina com nascimento, parto, alegria? Parecia mais uma doença, uma emergência, um problema...
E esse de se DESPEDIR do marido e da família? Não soa como algo fúnebre? "Tchau, pessoal... Vou ali ter um filho e se der tudo certo, eu volto...". Vixi! Que coisa sem noção! E as acompanhantes? Duas enfermeiras que eu nunca tinha visto na vida...

Depois de me trocar fui levada a outra sala para colocar o soro e aguardar até a hora de ir para a sala de cirurgia. Na primeira vez que tentaram colocar meu soro, a veia rompeu e doeu muitooooo. Na segunda tentativa deu certo e aí eu fiquei deitadinha, sozinha, esperando me chamarem. Só eu sei o que senti ali, esperando, era um misto de alegria com medo, muitos sentimentos... Veio a enfermeira, me fez algumas perguntas e eu fui respondendo... Até que chegou numa pergunta e ela: "Acho que essa vc não vai saber... vamos para a outra" e eu "Mas o que é?", ela "A data da última menstruação". Imagiiiiiina que eu não ia saber!!! Respondi toda orgulhosa: "16 de outubro de 2011", nove meses e sete dias antes daquela data em que teria meu bebê. Ela escreveu nas pulseirinhas de identificação minha e do Leonardo o meu nome, colocou a minha e saiu novamente. Fiquei sozinha e parece que demoraram uma eternidade para voltar. Quando a enfermeira voltou, me pediu para fazer o último xixi e eu fui para o Centro Cirúrgico andando. Achei estranho, pensei que ia de maca! kkk!!

Gente... pausa para as lágrimas... Nunca na minha vida me senti tão sozinha, tão frágil e tão vulnerável quanto nesse momento que antecedeu o parto e eu estava sozinha, sozinha mesmo, sem meu marido, sem minha mãe, sem minha média, sem nenhuma enfermeira... Uma sensação tão grande de desamparo... Assustador. Eu pensei comigo "Isso deve ser normal.Todas as mulheres passam por isso. Eu é que devo ser uma fracota por estar me sentindo assim. Vamos lá, respira fundo, você vai ganhar um bebê daqui um pouco."
Isso sem falar no jeito com que as enfermeiras me trataram. Elas não foram grosseiras, mas me trataram como mais uma. Sem um pingo de sensibilidade. Arrebentaram minha veia e nem desculpas pediram, nem perguntaram se tinha doído, se eu estava bem. Nada. Eu era apenas mais uma...

Já na sala de cirurgia, o anestesista veio se apresentar e me explicar algumas coisas. A minha médica chegou, veio me abraçar e perguntar se estava tudo bem. E eu caaaalmaaa, até estava estranhando, eu não deveria estar nervosa? As enfermeiras queriam até saber quantos filhos eu já tinha!

Tive o primeiro contato com o médico anestesista sentadinha na maca que ia ganhar meu filho. Não tive consulta ates, e isso que foi pago TUDO particular...
Em meio a tanta frieza, o primeiro gesto de carinho derreteu meu coração, o abraço e a preocupação da médica. Eu recebi isso como uma coisa extraordinariamente especial. Afinal ela era A MÉDICA, e preocupada com uma mísera mãe prestes a parir! Oxe, era muita bondade da parte dela. Sabe de nada, inocente...

Então o anestesista aplicou a temida anestesia, que não é muito confortável, ainda mais porque precisa curvar muito para frente e com o barrigão fica bem difícil, mas nada insuportável. Logo comecei a sentir minhas pernas esquentando, esfriando e, por fim, formigando. Nisso a minha médica já começou a cortar minha barriga e eu " Peraí, doutora, essa anestesia já fez efeito?" rsrsrs... Parecia que eu ia sentir tudo, mas é só a sensação mesmo, não senti dor. Os médicos começaram a bater o maior papo, o anestesista contando que tinha batido o carro e não achava outro igual e blá blá blá... E eu bem quietinha, tentando saber em que pé estava a coisa. Quando a médica perguntou "Cadê o marido dela, gente?", percebi que estava muito perto de o Léo nascer. Logo o meu marido entrou, todo vestidinho de azul, touquinha e máscara, ai, ai... quantas vezes tinha imaginado aquela cena...

Ai, meu Deus!!!!! Precisa dizer alguma coisa?!? DESRESPEITO TOTAL define. Que absurdo eu ficar ali ouvindo aquelas baboseiras dos médicos que não tinham nada a ver comigo nem com aquele momento mais lindo e esperado por mim... Que triste... Triste não ser protagonista do próprio parto, triste ter que ficar quietinha TENTANDO saber EM QUE É QUE ESTAVA A {{{{{COISA}}}}}}... Affff..... 
E tudo isso SOZINHA... Sem ninguém...

Não demorou muito, a médica anunciou "Seu neném já vai nascer..." e chamou meu marido para registrar o momento.
Ouvi uns barulhinhos engraçados, não era choro... hihihi! Logo ele abriu o berreiro e o papai todo bobo:"Olha quem tá aí, o Léo!", que amor... Então trouxeram ele para eu ver. Fiquei muito emocionada, não chorei, porque estava feliz demais por ele ter nascido bem. Me surpreendi por ele ter cabelo, achei ia ser careca! E por ser mais parecido comigo, com o cabelinho castanho e não loiro como eu tinha imaginado. Pena que esses primeiros momentos são tão rápidos, mas aproveitei para conversar um pouquinho com ele, que já tinha ficado quietinho, mas quando ouviu minha voz, começou a chorar e até saiu caquinha do nariz!

Trouxeram ele para eu VER. Não pude tocar, nem cheirar, nem abraçar, nem aconchegar em meu seio aquele bebê que eu ansiosamente esperei e gerei por 9 meses. Que eu tantas vezes sonhei como seria a carinha, o cabelinho, aquele por quem me alimentei bem, tomei vitaminas, massageei e conversei com a barriga desde o primeiro dia em que soube que estava grávida... 
Me contentei em vê-lo por alguns instantes e fazê-lo ouvir a minha voz...

Levaram ele para os procedimentos enquanto terminavam minha cesárea. Logo levaram ele para os avós e o tio conhecerem e aí foi para o bercinho aquecido porque teve um pouquinho de hipotermia.
Fiquei umas três horas na recuperação, tentando movimentar as pernas para a anestesia passar logo e eu ir para o quarto com meu bebê. Cada enferemeira que passava eu perguntava "Como está meu bebê?" rsrsrs... Aho que elas já estavam sem paciência, ainda mais porque tinha um monte de mamães para ter seus bebês.
Depois de passada a recuperação, desci para o quarto e quase meia hora meu príncipe desceu também, rosado, fofinho, coisa mais linda do mundo!

Está sendo meio sofrido para mim reviver essas coisas que eu até então considerava "normais", de praxe em qualquer nascimento. Sem imaginar que existem outras formas muito mais respeitosas e amorosas de se parir um filho, de trazer uma criança ao mundo... 
Ele não precisava passar por procedimento nenhum imediatamente após o parto. Pesar? Medir? Poderia ser feito depois. Não amamentei meu filho após o parto. E isso era realmente importante.
Levaram ele para longe de mim, ver a família e eu fiquei sozinha, sem ele e ele sem mim. Essa história de hipotermia aposto que é mentira. Só agora me dou conta. É muito melhor deixar o bebê longe, nem que fique chorando. A mãe, toda anestesiada, nem vai poder ir atrás mesmo! Eu dormia e acordava, ouvindo o chorinho de um bebê, longe... E pensava: "Coitadinho desse bebê chorando...". De tão grogue eu não liguei os fatos de que era o MEU bebê. E as enfermeiras num frenesi pra lá e pra cá, não tiveram a capacidade de parar, me ouvir e responder à minha pergunta. Elas não iam falar "Ah, o seu bebê? Está lá, no berço, naquele quarto com a porta fechada, chorando." Elas estavam em uma linha de montagem, tinha muitas outras para fazer nascer seus bebês. Ah, e a "recuperação" era num corredor, com um monte de gente passando por mim, sem minha família, sem ninguém.

Meu parto foi maravilhoso, tranquilo, abençoado. Agradeço a Deus por ter passado por esse momento único na minha vida com tanta alegria e serenidade.

Depois de tudo isso, lógico que não penso mais assim. Fui ingênua, bobinha, engolida por um sistema que não leva em conta a mãe, nem o bebê, só a produtividade e o lucro. Isso tudo que depois a pediatra, vendo minha dificuldade para amamentar, teve a capacidade de falar que não era pra eu me preocupar, que ela não havia ESVAZIADO TOTALMENTE o estômago do meu bebê, por isso ele não devia estar com fome. Com perdão do palavreado: PQP!!!! Enfiaram um cano na boquinha do meu bebê que tinha acabado de nascer até o estômago! Que adulto se sujeita a isso, sem sedação, sem anestesia? Ah, claro... o bebê não pode reclamar... E a mãe dele tá lá, sendo costurada, nem tá vendo o que está se passando... Ainda que não soube e nunca vou saber o que mais fizeram lá com ele após o nascimento.


Por tudo isso, eu desejo que o próximo venha com mais amor, mais respeito, mais afeto. E que mais mulheres se empoderem do que de fato podem fazer para que o nascimento dos seus filhos sejam permeados de doces lembranças...



Beijos a todas!

Repensando as minhas escolhas


Oi! Demorei, mas voltei! A festa foi muito legal, curti cada momento, fiquei super feliz por ter conseguido comemorar de um jeito mais intimista, mais familiar, mais "de antigamente". Ultimamente tenho visto cada festão de aniversário, em buffets caros e chiques, comes, bebes, decoração, lembrancinha, tudo do mais top, tercerizadão mesmo, tipo "encomendei, paguei, tá valendo". Respeito que faz dessa forma, cada um sabe o que faz e por que faz (ou deveria saber), mas eu andava com vontade de fazer diferente.
E o diferente aconteceu! Convidei poucas pessoas, fizemos a festinha em casa, o Leonardo participou de tudo, da escolha do tema à preparação das guloseimas. Fiz questão de arrumar tudinho eu mesma, até aluguei alguns itens de decoração, mas aproveitei muitos brinquedinhos dele, tudo pensado em detalhes. Não preciso nem dizer o quanto ele curtiu estar envolvido nos preparativos... Aproveitou a festa, brincou, correu, suou, comeu o que quis, ficou bem à vontade (quer lugar pra ficar mais à vontade do que em casa, cercado de pessoas do seu convívio?).

E tudo isso tem muito a ver com o título do post... Tenho estudado tanto nos últimos meses, minha mente e meu coração parecem estar passando por uma transformação, ou talvez um re-conhecimento mesmo, no sentido de conhecer novamente o que é mais importante para mim, para meu filho, para minha família, o que me faz feliz... Sem as pressões da sociedade, do que as pessoas dizem que é o certo... 
Tudo começou timidamente através de uma página que eu me identificava no face aqui, uma lida de um texto lá, coincidiu com um curso de extensão na Universidade que alguém da escola onde trabalho teria que participar (e ninguém queria, eu me dispus), chamado "Autonomia e empoderamento das mulheres"... E aí me vi repensando tantas escolhas que já fiz, tantos dilemas que ainda vivo, e sentindo que ainda dá tempo de rever muita coisa e fazer novas escolhas.
Vou registrando aqui minhas novas descobertas, meus caminhos pra chegar até elas e compartilhar um pouquinho de tudo isso.


E, para encerrar, um pequeno trecho de um texto escrito pela Ligia Moreira Sena, do blog Cientista que virou mãe, que eu leio sempre, adoro de paixão e serve sempre de inspiração para as minhas reflexões enquanto mulher, mãe, profissional, ser humano:

Sim. Acho que estamos em um novo tempo. E acho que grande parte das dificuldades que tantos têm afirmado viver nos tempos atuais é fruto da crise que acompanha toda revolução de sociedades. Nenhuma sociedade pode mudar seus valores sem superar crises ou pontos de inflexão – ou de mutação...
Credito isso a uma maior consciência geral. A um esforço coletivo de problematização e enfrentamento.
E, também, às escolhas que muitos de nós têm feito inspirados pelo fato nada simples de: criar novos seres humanos.

Quais são os eventos capazes de mudar profundamente nossos valores e nossas vidas? A morte de alguém muito amado. A notícia de uma doença grave. A cura dessa doença. Uma perda importante. E um nascimento.
Nascimentos mudam gente. Todos os dias. E embora não mude a todos, muda muitos. E têm mudado cada vez mais. O avanço da luta pela humanização da saúde, especialmente da humanização do nascimento, tem ajudado a impulsionar uma grande transformação de valores. De valores que ajudam a tornear talvez a mais importante transformação individual e coletiva: a transformação EMANCIPATÓRIA.
Emancipar é tornar livre. É tornar independente.
Especialmente, tornar-se livre e independente dos valores esmagadores do consumo, da tecnocratização do cuidado, da coisificação da vida e do ser, da maquinização do viver, da patologização do normal, da medicalização dos afetos, da normalização da vida, da padronização da mulher e do homem.
Emancipar é um conceito que abraça o filosófico, as questões de gênero e a dimensão política. Mas que em última análise traz consigo um grande valor: ser livre. Libertar-se. [...]

Não há emancipação individual. Ela só é real e verdadeira em seu elemento coletivo. Um que saia da média, da mediana, é apenas desvio padrão, diluído, anulado – por vezes retirado por sorteio... Mas muitos promovendo novos valores, novos números, são capazes de alterar os valores de centro da curva. 

“Pessoas que se enquadram cegamente no coletivo fazem de si mesmas meros objetos materiais, anulando-se como sujeitos dotados de motivação própria. Inclui-se aí a postura de tratar os outros como massa amorfa. Uma democracia não deve apenas funcionar, mas sobretudo trabalhar o seu conceito, e para isso exige pessoas emancipadas. Só é possível imaginar a verdadeira democracia como uma sociedade de emancipados”

Estou de volta!

Depois de quase dois anos mergulhada exclusivamente no mundo da maternidade, eu estou de volta! Neste tempo curti (e continuo curtindo) cada detalhezinho da vida e do desenvolvimento do meu precioso Leonardo. Vivi intensamente estes primeiros anos como mãe e, quem é mãe deve saber, ficamos meio desligadas de tudo mais... Voltei a trabalhar quando ele estava com 6 meses (o que fazer?), confesso que não rendi como nos outros anos... Fechei minha escola para me dedicar meio período para meu pimpolho e a vida foi seguindo. Ano passado já foi um pouco melhor, consegui me dedicar ao trabalho, mas sempre rodeada com os dilemas de ser mãe (acho que isso será eterno)... Assumi um novo concurso, coloquei o Léo na escola em período integral e assim estamos indo.
Este ano senti uma vontade enorme de me reencontrar enquanto pessoa, profissional, amiga, arteira, criativa, vaidosa, mulher e isso tudo só me torna uma MÃE ainda melhor! Meu filho é minha maior prioridade, sempre. Mas é vida tem muitas facetas e depois que nos tornamos mães, precisamos conciliar tudo o que já existia com essa nova fase, cheia de amor, descobertas, amadurecimento. Em resumo: estou muito feliz!
Tenho feito muitas coisinhas diferentes para minha casa, quero mostrar! Estou numa reeducação alimentar, emagrecendo devagarinho, quero compartilhar! Enfim... muitas coisinhas de Kris!



Chorona + dia das mães

Oi, meninas!! Primeiro quero agradecer as palavras de apoio a respeito da minha angústia sobre a Mel. Realmente as pessoas devem respeitar nossos gostos e quem mora aqui em casa, o que inclui nossa Me-Mel. Tenho certeza de que tudo vai dar certo!

Sabem... esses dias tenho andado nuuuma sensibilidade.... ando chorando litros... Tudo tem tomado uma proporção enorme pra mim.... Quarta-feira o marido desceu no mercado pegar umas coisinhas e eu fiquei no carro esperando. Quando ele voltou eu estava em prantos, chorando de soluçar! Ele, lógico, ficou super preocupado, perguntando o que tinha acontecido. E eu não sabia contar, acho que estava cansada, preocupada com a apresentação do dia das mães da escola (que foi hoje e deu tudo certo, foi lindo, as mães adoraram). No caminho pra casa vim chorando, fui tomar banho chorando.. aí me acalmei um pouco. Mas sabem quando a gente não controla? Eu tava assim. E isso se repetiu mais umas duas vezes desde então. Maridinho falou que é "TPP" (tensão pré parto)! Mas eu não estou nervosa com o parto, estou mais é ansiosa. Parece que não vai dar tempo de fazer tudo o que precisa ser feito e pra ajudar essa semana uma professora deixou a turma na minha escola e também fui abandonada pela 2ª diarista em 15 dias! Não é fácil dar conta dos dois trabalhos, da minha casa, dos preparativos pra chegada do léo, do marido e...
... de mim!

Tenho me sentido um pouco cansada... Graças a Deus que minha gravidez tem sido muuuuito tranquila, estou no último trimestre e não tivemos nenhunzinho problema! Vc já é muito abençoado, filho!

Quanto ao dia das mães, hoje tivemos nossas apresentações da Escola, as crianças estavam uma gracinha, cantaram, fizeram os gestos, as mamães ficaram emocionadas... Depois das apresentações servimos bolo com refrigerante e todos gostaram muito da tarde. Deu um trabalhão, eu e a mãe corremos feito doidas esses dias pra providenciar tudo, mas valeu a pena, ficou bem bonitinho!

Esse era o banner que fizemos para receber as mães!


E esse vai ser meu PRIMEIRO DIA DAS MÃES!!! Ai, que emoção...  Segura as lágrimas, Kris...

Bjokas, queridas!

Tendências de esmaltes verão 2012


O frio já está se despedindo e dando lugar aos dias mais quentes e ensolarados. E basta as temperaturas subirem para as primeiras tendências de moda e beleza começarem a surgir, para a alegria da mulherada.
Quem gosta de esmaltes, já deve ter notado que as coleções primavera/verão já estão sendo lançadas e algumas já estão disponíveis na prateleira. Mas se você ainda não está por dentro das novidades no assunto, precisa conferir estas dicas:

Muito brilho!

Os esmaltes aparecem com efeitos incríveis nessa temporada. E quanto mais brilho, melhor. Aposte nos esmaltes com glitter de diversos tipos e tamanhos, nos esmaltes com efeito holográfico e nos flocados.

Ouro e prata

Os esmaltes metalizados fizeram tanto sucesso no inverno 2011, que a tendência é que eles continuem firmes e fortes no verão. O efeito metálico nas unhas ganha maior destaque em tons de prata, dourado e bronze. As tonalidades metálicas também podem ser encontradas em adesivos para as unhas, vale experimentar.

Duocromáticos

Os esmaltes duocromáticos são a grande novidade da temporada. O efeito cromado combinado com duas ou mais cores sobrepostas, dá um acabamento surpreendentes para as unhas. Pode ser usado por cima de outros esmaltes para potencializar seu efeito.

Laranja, a cor da estação

O laranja promete ser a cor do verão 2012 em roupas, acessórios e sapatos. Nas unhas, a tendência não poderia ser diferente. A tonalidade pode ser encontrada em nuances mais vibrantes ou mais suaves, como o coral.

Nude

O nude conquistou o público feminino e parece não querer sair de moda tão cedo. Essa tonalidade discreta de esmalte continua no verão, mas agora aparece em versões mais suaves e com brilhos discretos.

Muitas cores para alegrar os dias quentes

As cores mais alegres e chamativas não poderiam ficar de fora das tendências de verão. O rosa, vermelho, coral, turquesa, azul, verde e cinza ganham tonalidades mais abertas e com acabamentos variados, desde o cremoso até o perolado.

Use a criatividade

Solte a criatividade e aposte nas unhas coloridas em versões pra lá de ousadas. Misture cores diferentes na mesma mão aproveitando a tendência da unha filha única, faça um mix de texturas usando esmaltes com acabamento cremoso e com glitter no estilo degradê.
Se quiser ousar ainda mais, aposte na unha inglesinha com as pontinhas coloridas combinando com cores de tonalidades aproximadas ou brincando com o esmalte fosco com as pontinhas brilhantes ou vice-versa.

Ai, ai... adoro muito tudo isso (apesar de ser muuuito chegada num vermelho! acho chique!

Beijosss

Tô dodoi!


Acreditam que acordei hj com uma dorzinha diferente ao fazer xixi? Achei estranho, mas não liguei... Até comentei com o João e ele disse "vai ver que é alergia à camisinha...", vê se pode, nem assim ele desiste de tentar me fazer mudar de ideia. Dei risada e vida que segue... Fui trabalhar e... quem diz que eu consigo? Uma vontade incontrolável de fazer xixi toda hora (hora não, todo minuto!). Quem já teve esse probleminha, sabe do que eu estou falando: cistite. Tive que marcar uma consula de emergência, nem consegui trabalhar à tarde. Mas ainda bem q minha médica me atendeu hj mesmo, já fiz exame e mesmo sem o resultado, ela já me medicou. Resultado: três remédios pra tomar e dois dias em casa de molho. Até que não é tão malsss assim... kkkk
Ah, e pra ajudar, maridinho viajou a trabalho depois da minha consulta e de comprar os remedinhos pra mim. Saudades, João!

Bjokas,

Será que é normal?


Acho que estou obcecada pela ideia de ter um bebê!!!! Eu sempre ameeeeei crianças (especialmente bebês), sempre me identifiquei e tive muito jeito com elas. Não é por acaso que sou professora de educação infantil... Também sempre pensei que nasci pra ser mãe, quantas vezes já imaginei como deve ser a sensação de descobrir estar grávida, de ver aquela barriga crescendo dia após dia, a preparação do quartinho e do enxoval, o momento do parto, a hora de levar o bebezinho pra casa, o primeiro sorriso, o primeiro dente, as mamadas, as papinhas, os passinhos, a hora de ir pra escola, os aniversários cheios de amiguinhos... E não pensem que só me imagino mãe de bebê, não! Penso também nas tarefas de casa, nos passeios na casa dos amigos, e até na adolecência... os seja, todas as fases da sua vida.
Agora casadinha, o desejo vem aumentando a cada dia... Eu até tento me convencer de que ainda não é a hora, que tenho muita coisa pra fazer na minha vida antes de me dedicar à maternidade, mas... é só ver um bebê, uma grávida, uma mãe ou um pai com seu filho (não importa a idade! vejam como tá sério o negócio!!!), eu me pergunto: POR QUE NÃO POSSO TER UM BEBÊ PRA CHAMAR DE MEU? E fico pensativa... e o problema maior de tudo isso, é que esse "desejo" (obsessão) ainda não foi despertado no João, meu marido. Não sei se é medo, insegurança, receio de não dar conta do recado, ou imaturidade mesmo... Mas o fato é: ele não demonstra o menor desejo de ser pai. Qndo toco no assunto, ele fala: isso é pra daqui 10 anos. Aiiii, como isso me irrita! Por que tem que ser assim? Parece que isso só acontece comigo, que todos os outros maridos do mundo já nasceram com a paternidade afloradíssima!!!! Bom... pelo menos desabafei. E minha poucas amiguinhas que visitam por aqui (e que me deixam mto feliz com seu carinho), me dêem alguma opinião... quem sabe algumas cabeças pensam melhor! E se não encontrar uma solução, no mínimo, coloquei pra fora!



E pra terminar um texto muito legal (e quase autobiográfico! kkkk):

Sitomas clássicos de uma tentante ?

- Uma certa obsessão por tudo que tenha a ver com bebês ou gravidez.
- Frequência considerável em páginas na net que falem sobre o tema, inclusive blogs de mamães;
- E nos blogs de tentantes, o que começa a render um forte envolvimento emocional e um medo (mais um!) íntimo: será que eu também vou ter que tentar tanto tempo?
- Passeios aparentemente distraídos e sem compromisso pelas sessões de roupas para grávidas;
- Passeios mais atentos na sessão de roupas para bebês com uma desculpa na ponta da língua para o primeiro conhecido que a vir: "É pra o bebê de uma amiga minha!";
- Uma adesão cada vez maior à moda das batas e dos vestidinhos sem cintura ("que ninguém saiba, mas se eu não gostar vai me servir bem quando estiver grávida!")
- Respostas cada vez mais sarcásticas e/ou sumárias quando lhe perguntam quando virá o herdeiro;
- Poses exdrúxulas estufando a barriga diante do espelho, ou colocando uma almofada embaixo da blusa;
- Comoção contida mas visível ao ver uma grávida (e de repente parece que você vê grávidas em todos os lugares!)
- Tudo que é redondo ou oval lhe lembra um óvulo, ou mais ainda, uma barriga;
- Seu calendário de menstruação está religiosamente em dia e você deu para calcular seu período fértil mesmo não usando tabelinha;
- Começa a ter raiva do seu método contraceptivo, a ponto de não aguentar olhar pra ele;
- Chega ao cúmulo de tentar convencer seu marido a comprar aquele carrinho de bebê em promoção "é um investimento!", mas a risada dele a faz voltar ao mundo real;
- Não perde uma reportagem na TV sobre maternidade;
- Checa as maternidades cobertas por seu plano de saúde;
- Começa a se perguntar se sua cunhada vai ter filho primeiro que você e ficar levemente preocupada com isso;
- Observa hoteizinhos perto de casa e na sala de aula fica pensando se seria possível um bebê ali;
- Já começou a comprar roupinhas e até pelúcia pro bebê (escondido, claro);
- Chegou a ficar com inveja da sua cadela que pariu recentemente (gente, a sua cadela engravidou, suas amigas, inimigas, vizinhas e primas engravidaram, a 
Letícia Birkheuer  engravidou e você...);
- Sabe como será cada detalhe da decoração do quarto do bebê e começa a tecer reformas na casa pra isso;
- Jura que vai pedir receita pra ácido fólico à ginecolista, e já tem uma dieta traçada para cada mês de gestação;
- Sabe com quantos anos sua mãe teve o primeiro filho, e começa a comparar com sua avó, suas tias, suas amigas, você...
- Começa a fazer cálculos com os anos que faltam até você completar 35 e tentar encaixar a maternidade nesse intervalo;
-Decidiu não assitir TV até passar o dia das mães;

- Vez ou outra assusta-se com o número de amigas e primas e vizinhas e conhecidas suas que já são mães;
- Precisa dizer isso a alguém, nem que seja num post gigante no seu blog, que ninguém vai aguentar ler.
Beijinhos, queridas!

Tabelinha

Oieee! Não, gente, eu não vou usar a tabelinha (até porque ainda não estamos nos treinos!)... Acontece que, nessa fase de conhecer meu corpo, meus ciclos e etc, achei interessante utilizar a tabelinha, como "fonte de pesquisa" mesmo! Claro que não vamos deixar a amiga camisinha de lado (mesmo com constantes protestos e inúmeros pedidos de retomada da pílula) pra não sermos pegos de surpresa, apesar de que eu iria adorar... rsrsrs
Acredito que seja uma forma muito válida de acompanhar o que acontece com o próprio corpo, mas é certo que como método contraceptivo é um tanto quanto arriscado. Sendo assim, é melhor aliar à camisinha.
Até achei um site bem interessante, tabelinha.com.br, que a gente se cadastra e insere as datas das menstruações e recebe informativos sobre o ciclo por e-mail. Tudo pra anotar direitinho!

Quanta desculpa... kkk

"Para as mulheres que desejam engravidar, calcular o período fértil é uma boa dica, assim, saberá o dia em que estará ovulando. É uma boa opção para quem quer escolher escolher a data do nascimento do bebê. Outras mulheres calculam o período fértil como método anticoncepcional muito conhecido como tabelinha.
período fértil
Contudo, usar a tabelinha como metodo contraceptivo não é muito indicado para mulheres com menstrual irregular. Geralmente, um ciclo normal é de 28 dias.
Para calcular o período fértil você terá que registrar as datas da duração de cada ciclo menstrual por 8 a 12 meses com a finalidade de saber a duração de cada ciclo.
Para saber qual o seu dia fértil é necessário contar 14 dias a partir da data do inicio de seu último ciclo menstrual, assim, você irá ovular entre 2 dias antes e 2 dias depois desta data.
Se você deseja métodos mais precisos para o cálculo dos dias férteis da poderá estar consultando seu ginecologista."

Beijinhos e ótima semana!

Dia da Mulher

 Parabéns a todas nós que no dia a dia desempenhamos tantos papeis com dedicação e somos verdadeiras mulheres maravilha! Às vezes não é fácil cuidar de diversas coisas ao mesmo tempo, mas, modéstia à parte, somos realmente dotadas de uma força que só nós temos, não é mesmo?
E ontem, pra "comemorar o dia da mulher" fui ao salão de beleza e ainda arrastei minha mãe junto e passamos a tarde toda lá. Fizemos as unhas dos pés e das mãos e eu retoquei as luzes do cabelo! Adoooroooo coisa de mulherzinha! kkkk

Unha rosa! hihi
 Bessinhos!!
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